31 de mar de 2010

Mensalão do DEM: Durval diz que “o rolo compressor vem aí”


Além do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, e mais nove participantes do esquema de corrupção no governo da capital, que preferiram permanecer calados durante depoimentos à Polícia Federal, ontem e hoje, 30/03, o delator do mensalão do DEM de Brasília, Durval Barbosa, também não quis dar mais informações sobre o esquema à CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do DF.

Durante o depoimento concedido aos deputados na Superintendência da Polícia Federal, Durval deixou subentendido que não reconhece a Casa como uma instituição distinta. Com direito a não falar concedido pelo Tribunal de Justiça do DF, o ex-secretário do governo Arruda disse que já prestou mais de 40 depoimentos a “instâncias qualificadas”, como a PF e o Ministério Público.

Porém, Durval ameaçou quem faz parte da “quadrilha”. “Eu nunca tive a intenção de ser herói, em nenhum momento. É grave, é gravíssimo. Quando eu me autoincrimino, estou querendo me colocar numa posição diferente da que eu estava sendo usado. Agora, se eu contrariei algum interesse específico, não tenho culpa. O rolo compressor vem aí, nem começou. Quem tiver sua culpa que assuma. Muita coisa vai acontecer”, afirmou.

Explicando porque tomou a iniciativa de denunciar o mensalão, Durval disse que “não estava aguentando mais os achaques do “seu” Arruda, os achaques do “seu” Paulo Octávio, então tive a iniciativa de me livrar desse mal que estava me corroendo”.


Fonte: Brasília Confidencial



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TV PT: Dilma se emociona ao falar da recuperação do Estado brasileiro



Assista acima, na TV PT, trecho do discurso em que a ministra Dilma se emociona ao falar da recuperação do Estado brasileiro durante o governo Lula. A fala de Dilma aconteceu no lançamento do PAC 2, nesta segunda-feira (29), em Brasília.

Fonte: Portal PT



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Correio Braziliense: Efraim Morais (DEM-PB) dispensou 43 funcionários de 58 lotados em seu gabinete do ponto eletrônico

Efraim Morais (DEM-PB)

Parlamentares liberam funcionários de registrarem a assiduidade no trabalho

Por Ivan Iunes, no Correio Braziliense

Uma brecha na regulamentação do ponto eletrônico do Senado Federal permitiu a liberação de quase 300 servidores de registrarem os horários de entrada e de saída do órgão. Os funcionários, efetivos e comissionados, não precisam seguir a norma devido à requisição de 31 senadores. A flexibilização do ponto eletrônico foi autorizada pela direção do Senado com a justificativa de que há servidores sem horário rígido de trabalho. Nesses casos, o próprio parlamentar fica responsável por aferir a assiduidade do funcionário. Pela brecha, há quem exagere. O senador Almeida Lima (PMDB-SE), por exemplo, liberou o gabinete inteiro da obrigação. Efraim Morais (DEM-PB) dispensou 43 funcionários de 58 lotados em seu gabinete.

Segundo dados do Portal da Transparência, 3.220 servidores do Senado — de um total de 6.442 —podem ser liberados de bater o ponto por requisição dos senadores. Se enquadram nesse número os funcionários lotados nos gabinetes de parlamentares (1.885), nas lideranças (247), na Mesa Diretora (197) e nos escritórios políticos estaduais (891). Em tese, quem atua nos estados já é dispensado da obrigação, já que não há ponto eletrônico nos respectivos locais de trabalho. A brecha na regulamentação do registro eletrônico, divulgada com exclusividade pelo Correio no início do ano, ocorreu antes mesmo da implantação efetiva do sistema, em fevereiro. Somente nos últimos dois dias, cerca de 50 liberações foram publicadas no boletim eletrônico da Casa.

Além de Efraim Morais e Almeida Lima, frequentam o ranking dos parlamentares mais flexíveis com o ponto eletrônico os senadores João Ribeiro (PR-TO), com 36 liberações entre 47 funcionários, e Valter Pereira (PMDB-MS), que liberou 27 dos 35 contratados. Álvaro Dias (PSDB-PR) e Magno Malta (PR-ES) também flexibilizaram o registro de presença de 21 e 23 servidores, respectivamente. “O pessoal do meu gabinete quem controla sou eu, não é diretoria alguma. O Senado é como um condomínio e cada gabinete é autônomo”, justifica Almeida Lima.

A explicação da maioria dos senadores para o alto número de funcionários com ponto eletrônico flexibilizado é o trabalho efetivo dessas pessoas nos estados. No caso do senador Efraim Morais, boa parte dos 58 servidores que trabalhariam em seu gabinete, segundo o Portal da Transparência, estariam espalhados pela Paraíba. Justificativa semelhante foi apresentada por João Ribeiro. “Meu gabinete está em Tocantins. Apenas liberei todos os que trabalham no estado”, afirma.

Manifestante invade plenário do STF

Um manifestante tumultuou a sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal (STF). Vestido de terno e gravata, Rania Iaube Alexandre (foto/E) se identificou na área de segurança do STF, ingressou no plenário e invadiu a tribuna dos ministros, gritando frases ofensivas aos magistrados. Ele tomou o microfone de Marco Aurélio Mello, no meio de um julgamento, mas logo foi repreendido por cinco seguranças. Conseguiu dizer apenas que pretendia fazer uma denúncia. O incidente suspendeu a sessão por alguns minutos. Na área externa do órgão, Alexandre disse que na Corte “só tem corruptos e vendedores de sentenças”.


Memória

Registro de frequência

O controle eletrônico do ponto de funcionários foi uma reação do Senado à denúncia de que a Casa pagou R$ 6,2 milhões em horas extras em pleno recesso parlamentar, em janeiro do ano passado. A promessa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), era de que o sistema seria implantado em poucas semanas. A medida serviria para conter os gastos milionários da Casa com o pagamento de horas extras.

Parado pela burocracia, o ponto eletrônico só entrou em vigor, efetivamente, em fevereiro deste ano. Em tese, cada funcionário do Senado só receberia o bônus se registrasse a saída do trabalho. Uma brecha aprovada pela Primeira-Secretaria da Casa, porém, liberou parte dos servidores da obrigação, desde que o senador responsável pelo trabalhador aferisse o ponto.

Hoje, quase 300 funcionários estão liberados da exigência. O registro eletrônico obriga os servidores a marcarem presença às 8h30 e às 18h30, para não haver cortes de salários. Em 2009, o Senado pagou R$ 87,6 milhões em horas extras.



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29 de mar de 2010

Para senador, os negros são os culpados pela escravidão no Brasil



Por Leonardo Sakamoto, no seu Blog

Durante audiência no Supremo Tribunal Federal para discutir o sistema de cotas em universidades públicas, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) usou da palavra para destilar todo o seu profundo conhecimento sobre a história do Brasil. Quem ouviu seu discurso saiu com a impressão de que aprendeu várias coisas novas. Que os africanos eram os principais responsáveis pelo tráfico transatlântico de escravos.

Que escravas negras não foram violentadas pelos patrões brancos, afinal de contas “isso se deu de forma muito mais consensual” e “levou o Brasil a ter hoje essa magnífica configuração social” de hoje. Que no dia seguinte à sua libertação, os escravos “eram cidadão como outro qualquer, com todos os direitos políticos e o mesmo grau de elegibilidade” – mesmo sem nenhuma política de inserção aplicada.

Com tudo isso, o nobre senador deu a entender que os negros foram os reais culpados pela escravidão no Brasil. As frases (da qual retirei trechos que estão entre aspas) foram registradas pelos jornalistas Laura Capriglione e Lucas Ferraz, da Folha de S. Paulo.

A posição do senador é compreensível, se considerarmos que o discurso feito não foi um ataque à reserva de vagas para negros e afrodescendentes e sim uma defesa da elite política e econômica que controlou a escravidão no país e que, com algumas mudanças e adaptações, desembocou em setores do seu próprio partido.

Depois me perguntam por que a proposta que confisca terras de quem usou trabalho escravo está engavetada no Congresso Nacional…

Um comentário sobre o direito dos libertados exposto pelo senador: Em meados do século 19, com o fim do tráfico transatlântico de escravos, a propriedade legal sob seres humanos estava com os dias contados. Em questão de anos, centenas de milhares de pessoas estariam livres para ocupar terras virgens – que o país tinha de sobra – e produzir para si próprios em um sistema possivelmente de campesinato. Quem trabalharia para as fazendas? Como garantir mão-de-obra após a abolição?

Vislumbrando que, mantida a estrutura fundiária do país, o final da escravidão poderia representar um colapso dos grandes produtores rurais, o governo brasileiro criou meios para garantir que poucos mantivessem acesso aos meios de produção. A Lei de Terras foi aprovada poucas semanas após a extinção do tráfico de escravos, em 1850, e criou mecanismos para a regularização fundiária. As terras devolutas passaram para as mãos do Estado, que passaria a vendê-las e não doá-las como era feito até então.

O custo da terra começou a existir, mas não era significativo para os então fazendeiros, que dispunham de recursos para a ampliação de seus domínios. Porém, era o suficiente para deixar ex-escravos e pobres de fora do processo legal. Ou seja, mantinha a força de trabalho à disposição do serviço de quem tinha dinheiro e poder.

Com o trabalho cativo, a terra poderia estar à disposição para livre ocupação. Porém, com o trabalho livre, o acesso à terra precisava ser restringido. A existência de terras livres garante produtores independentes e dificulta a centralização do capital e da produção baseada na exploração do trabalho. Com o fim do tráfico e o livre mercado de trabalho despontando no horizonte, o governo brasileiro foi obrigado a tomar medidas para impedir o acesso à terra, mantendo a mão-de-obra reprimida e alijada de seus meios de produção.

O fim da escravidão não representou a melhoria na qualidade de vida de muitos trabalhadores, uma vez que o desenvolvimento de um número considerável de empreendimentos continuou a se alimentar de formas de exploração semelhantes ao período da escravidão como forma de possibilitar uma margem de lucro maior ao empreendimento ou mesmo lhe dar competitividade para a concorrência no mercado. Desde 1995, mais de 36 mil escravos contemporâneos foram libertados pelo governo de fazendas de gado, soja, cana…

Para além dos efeitos da Lei Áurea, que completa 122 anos em maio, trabalhadores rurais ainda vivem sob a ameaça do cativeiro. Mudaram-se os rótulos, ficaram as garrafas.

Mas, principalmente, o Brasil não foi capaz de garantir que os libertos fossem tratados com o respeito que seres humanos e cidadãos mereciam, no campo ou na cidade. Herança maldita presente na sociedade. E alimentada por discursos como o de Demóstenes Torres.

PS: Posto o discurso do senador (a partir do minuto 33) a pedido de leitores. O que me lembra que um político é capaz de falar qualquer coisa de uma forma bonita…



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O bom debate sobre a Blogosfera (XI)



Por Fábio Rodrigues

Como pode um simples blog alcançar mais visitas que sites tradicionais e profissionais de jornais ou revistas? O que leva a crescente influência dos blogs na formação da opinião pública? Essa onda dos blogs é modismo?

Para responder cada uma das indagações é importante ver que cada membro da sociedade deixa de ser um mero espectador e passa a ser um ator principal na formação da comunicação social. As pessoas não aceitam mais essa comunicação vertical de cima pra baixo, centralizada e monopolizada. Um novo conceito nasce, onde as bordas começam a produzir informação e enfraquecer o centro, é um caminho cada vez mais crescente. Uma informação coletivizada, sem hierarquia, horizontal.

É público e notório que sites tradicionais estão perdendo espaço exatamente por que não querem abrir mão da centralização do poder de informar. Não se deixam questionar. Querem ser os donos da "verdade" e empurrar isso de goela a baixo pra nós, pra mim, pra você, pra todos.

É interessante ver que hoje os blogs conseguem repassar mais confiança que muitos outros portais de jornais ou revistas. Mesmo os blogs ainda não estando com o poder de influência que os meios de comunicação de massa possui. No entanto, já começa a andar com passos consideráveis para uma organização e sinergia cada vez maior. Novidades estão pra surgir! A blogosfera vai desorganizar para que seja organizado.

Tenho a certeza que nas próximas eleições os blogs irão opinar e conseguir puxar um debate que talvez nenhum outro meio de comunicação consiga. Políticos que se furtarem dessa ferramenta e de outras redes sociais (orkut, twitter, youtube) terão seus mandatos ameaçados de renovação. Alguns ainda são céticos e pensam que apenas a forma antiga de fazer campanha vai adiantar. Outros vão usar essas tecnologias apenas nos três meses da campanha!

Enfim, os blogs vieram pra ficar, para modificar, para reiventar, para incomodar, para informar, para debater, para lançar uma nova sociedade que a informação vai ser pra todos e por todos e não apenas para os barões da mídia utilizarem de forma obscura e manipuladora.


Postagem relacionada: "O bom debate sobre a Blogosfera (X)", clique aqui.



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27 de mar de 2010

Homenagem aos 50 anos de Renato Russo - Legião Urbana





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26 de mar de 2010

Diretores da Alstom presos por corrupção


O Departamento de Investigações de Fraudes Financeiras da Grã-Bretanha prendeu nesta quarta-feira, em Londres, três diretores que integram o Conselho de Administração do grupo francês Alstom sob a acusação de pagamento de propina e corrupção.

Em nota, o departamento do governo britânico afirmou que suspeita que as propinas foram pagas pela empresa para vencer contratos internacionais e que há lavagem de dinheiro e outros crimes associados ao caso.

A Alstom, empresa especializada em infra-estruturas de geração de energia e transporte ferroviário, está presente em mais de 70 países e é investigada na Suíça e na França por suspeita de corrupção em negócios na América do Sul, particularmente no Brasil, onde teria feito pagamento a políticos através de uma empresa sediada no Uruguai, para obter vantagens na licitação para expansão do metrô paulista, segundo revelou o jornal Folha de S.Paulo.

Já o Wall Street Journal publicou que policiais suíços se reuniram com policiais brasileiros para discutir um total de US$ 6,8 milhões que eles suspeitam ter sido pagos por funcionários da Alstom para ganhar o contrato de US$ 45 milhões para a expansão do metrô de São Paulo. Os policiais suíços também investigam cerca de US$ 200 milhões em pagamentos suspeitos feitos pela Alstom em projetos em Santa Catarina e em outros países da América do Sul.


Fonte: Monitor Mercantil



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25 de mar de 2010

CQC 2010: Proteste já sem censura em Barueri - O roubo da TV

Parte 1





Parte 2





Parte 3





Parte 4





Parte 5






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O site do Pré-sal (Petrobras)


Visite e divulgue:



O que é o pré-sal?

O termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.

As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5º API, baixa acidez e baixo teor de enxofre. São características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.


Postado originalmente às 22:13 - 30/08/2009.



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24 de mar de 2010

Lula ataca o PiG(*): “Ele não é letrado”


Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada

Ao se aproximar do fim do governo, o Presidente Lula perdeu a inibição e passou a enfrentar um dos maiores obstáculos à construção da democracia brasileira: o PiG(*).

Lula lamenta que, no futuro, os estudiosos que forem pesquisar sobre o que acontece com o Brasil só lerão mentiras.

Lula denuncia os que queriam vê-lo fracassar e dizer que “ele não é letrado”.

O Conversa Afiada já localizou não só o efeito criminoso das atividades do PiG(*), mas manifestações explícitas do preconceito de classe, de raça e de, agora, gênero nas linhas e entrelinhas do PiG(*).

Do PiG(*) e seus agentes no Congresso e no Judiciário.

Por exemplo, quando o Farol de Alexandria diz que o Lula se comunica bem.

Clique aqui para ler. “O preconceito de Serra (e dos tucanos) contra Lula e Dilma, a mulher”.

Ou quando o candidato do programa do Datena diz que a eleição é entre ele e a mulher.

Leia a seguir o que diz a Folha online sobre o desabafo de Lula hoje:

Lula diz que imprensa age de “má-fé” e não mostra realidade brasileira

Gabriela Guerreiro
da Folha Online, em Brasília

Em cerimônia para anunciar novas medidas do governo para o programa “territórios da cidadania”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez duros ataques à mídia brasileira. Lula disse que a imprensa age de “má-fé” ao deixar de divulgar ações do governo federal que considera essenciais para o país.

“Eu levanto de manhã, vejo manchetes e fico triste. Acabei de inaugurar 2.000 casas, não sai uma nota. Caiu um barraco, tem manchete. É uma predileção pela desgraça. É triste quando a pessoa tem dois olhos bons e não quer enxergar. Quando a pessoa tem direito de escrever a coisa certa e escreve a coisa errada. É triste, melancólico, para um governo republicano como o nosso”, afirmou.

Lula disse que daqui a 30 anos, quando um estudante for consultar jornais antigos para saber sobre a história do país, vai se deparar com “tabloides” que não mostram a realidade brasileira. “O estudante que daqui a 30 anos for ler determinados tabloides vai estar estudando mentiras, quando poderia estar estudando a verdade. Quando o cidadão quer ser de má-fé, não tem jeito.”

Ao relembrar o episódio de 2003 quando, no primeiro ano de governo, colocou um boné do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Lula disse que não se rendeu aos ataques da mídia.

“A partir daquele instante, eu passei a colocar qualquer chapéu na cabeça. Nunca mais me colocaram. Eles vêm pra cima, se você se acovarda, eles ganham. Você não tem por que temer. Não temos vergonha do que fizemos nesse país. Nós todos vamos ser medidos pelo que nós fizemos, a gente precisa ficar prestando contas todos os dias.”

Segundo o presidente, alguns “setores da imprensa” deveriam olhar para as pesquisas de opinião pública antes de tirar suas conclusões sobre as ações públicas. “Se não quisessem saber pelos seus olhos, saberiam pelas pesquisas de opinião pública. Ainda assim não querem saber. Vamos trabalhando. A única coisa para vencer isso é trabalhar. Não temos tempo para resmungar.”

Privilégios

Lula rebateu críticas de que o governo federal privilegia prefeitos e governadores aliados no repasse de recursos públicos.

“Eu desafio prefeito, governador, do PFL [DEM], do PSDB, de qualquer partido político que tenha sido destratado pelo governo federal. Não importa de que partido pertença o prefeito. A ele é dado o mesmo direito que é dado aos meus companheiros que há 30 anos me ajudaram a fundar o meu partido. Não há discriminação. Isso incomoda.”

Num recado para a oposição, Lula disse que muita gente fica “incomodada” com as ações positivas do governo federal.

“Na visão de algumas pessoas, o correto era que o país estivesse numa desgraça, que estivesse dando tudo errado para eles dizerem: ‘tá vendo, nós falamos, o menino não é letrado. O menino nasceu para ser torneiro mecânico’. A partir daí já é abuso”, disse.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.



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Pesquisas eleitorais não poderão mais ser divulgadas às vésperas das eleições


A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas está elaborando um projeto de lei que impede a publicação de pesquisas eleitorais 15 dias antes das eleições. A informação foi divulgada pelo presidente da Abep, Waldyr Pilli, na abertura do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa e provocou um burburinho na plateia.

Além do silêncio de 15 dias, o projeto propõe também a não publicação ou divulgação de pesquisas de intenção de voto com margem de erro superior a 1%. “Queremos aumentar a qualidade da pesquisa e proteger a sociedade”, disse Pilli.


Fonte: Brasília Confidencial



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20 de mar de 2010

Será que Serra (PSDB-SP) vai continuar ao lado de Arruda (DEM-DF)?



Postado originalmente às 00:40 - 04/12/2009.



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19 de mar de 2010

Paraíba: Seria uma propaganda extemporânea?

Propaganda do Deputado Estadual Quinto no Paraíba 1


Por Fábio Rodrigues

Tenho visto nos últimos dias em alguns portais a propaganda do Deputado Estadual Quinto. Entre os sites estão o Paraíba 1, PB Agora, Parlamento PB. Concomitante verificamos também alguns outdoors com a mesma finalidade na cidade de João Pessoa. Tudo como se fosse uma prestação de contas, transvestidas de propaganda política mesmo - exposição da foto e do nome. Mas logo em ano de eleição!

Não obstante, estive essa semana na cidade de Campina Grande e verifiquei também uma grande quantidade de outdoors do Deputado Estadual Romero Rodrigues. Aproveitei e tirei uma foto para mostrar aos nossos leitores. Ele diz na propaganda que está "Prestando Contas"!!!

Propaganda do Deputado Estadual Romero
Rodrigues em Campina Grande

Procurei no Google alguma informação sobre propaganda extemporânea e encontrei esse artigo no Jus Navigandi, clique aqui e acesse. No estado de Pernambuco houve um acordo entre Ministério Público Eleitoral e as empresas de outdoor que eliminou toda propaganda de político nesse início de ano, como forma de coibir práticas irregulares e antecipação da campanha.

E na Paraíba como isso vai ser tratado? Seria uma propaganda extemporânea? Será que isso é legal em ano de eleição? Cadê o TRE da Paraíba? Onde estão os políticos e os partidos adversários desses candidatos a reeleição para protestarem tal prática?



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Depoimento pra Dilma: Sônia Macedo amiga de infância


Fonte: Mulheres com Dilma



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Dilma (PT) só cresce, será que Serra (PSDB) travou?





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Pernambuco: Mais uma vítima do Hospital Português


Por Marco Bahé, no Acerto de Contas

Ano passado, nosso amigo Pierre Lucena contou aqui suas desventuras no Hospital Português – post no qual Pierre cometeu uma injustiça, comparando este “hospital” com o da Restauração (sou mais o velho HR). Surpreendeu-me a quantidade de comentários (mais de 100), muitos com relatos sobre casos absurdos neste mesmo hospital, indo de mal-atendimento a erros médicos que resultaram na morte dos pacientes. Hoje, recebo relato de uma assídua frequentadora deste blog que foi ao Português socorrer um amigo e saiu de lá (ela, não o amigo acidentado) precisando de uma cirurgia no joelho.

Vejam o relato:

Cheguei ao hospital Português por volta de 13h da última terça-feira (16.03). Fui acompanhar um amigo que havia sofrido pela manhã um acidente de moto. Ele estava na emergência do hospital, aguardando exames e a definição médica diante do quadro grave, com quebra de bacia. Cheguei ao hospital de carona e desci em frente a emergência, subi alguns degraus e quando cheguei bem próximo à porta de vidro que dá acesso à emergência (cujo piso é de mármore) escorreguei e cai no chão com a perna esquerda para trás. Só quando cai percebi que haviam várias manchas de óleo no chão – percebi que era óleo porque minhas mãos e minha roupa ficaram sujas e com o cheiro do óleo.

A dor foi terrível e passei alguns segundos, talvez até mais de um minuto, tentando me levantar, o que só foi possível com a ajuda de algumas pessoas que estavam dentro da urgência e correram para me ajudar (pacientes e acompanhantes) e um – apenas um – funcionário da emergência (acredito eu fosse da portaria) e que se disse “da brigada”. Esse pessoal me colocou em uma cadeira de rodas e me levou até o balcão da emergência (que ficava a uns 30 metros no máximo da porta onde cai). Apesar de terem visto o ocorrido, a única coisa que as recepcionistas perguntaram foi: qual é o seu convênio. Eu fiquei revoltada e perguntei se eu não tivesse convênio não seria atendida apesar de ter caído em uma mancha de óleo dentro do hospital? Ninguém respondeu.

Deixei minha carteira do convênio e minha habilitação no balcão e entrei, na emergência, para falar com meu amigo que estava lá, deitado em uma maca. A esposa dele, que também é minha amiga, percebeu que eu estava ferida e perguntou o que aconteceu. Neste momento a dor na perna piorou muito e eu falei com o um grupo de médicos e enfermeiros que estavam no posto de atendimento dentro da emergência e contei o que aconteceu. Muitos esboçaram reação de indignação. Um deles foi até a recepção e mandou que agilizassem meu atendimento. Minha amiga foi até a entrada da urgência e fez fotos das poças de óleo com sua maquina digital. Só então alguém me levou até a frente de uma outra sala, onde esperei mais uns 15 minutos, sozinha que o ortopedista que havia chegado para dar plantão me atendesse.

Neste período vi um funcionário da limpeza passando e ele comentou com outro que estava próximo que ia limpar “umas manchas de óleo”. O segundo funcionário disse “de novo? Semana passada foi à mesma coisa” Contei a ele o que havia acontecido e informei que tinha um grampo no joelho esquerdo atingido pela queda e que percebi que além do inchaço havia um corte, que aparentemente havia sido feito de dentro para fora. Ele visualizou e explicou que deveria ser por causa do grampo, que saiu rasgando por dentro. Durante a consulta ele chamou por três vezes um funcionário (tocando uma campainha) e só quando ele saiu para chamar é que alguém apareceu. O médico me encaminhou para o RX e entregou a requisição do exame para o funcionário. Este me levou na cadeira de rodas até a porta das salas de RX, em um anexo à emergência. A esta altura estava preocupada com minha integridade, já que a dor aumentava muito e ninguém parecia nem um pouco preocupado. Liguei para meu irmão – que havia saído do hospital assim que eu cheguei, usando inclusive a mesma carona que me levou. Ele chegou no hospital cerca de 20 minutos depois de nos falarmos e me encontrou ainda aguardando alguém para tirar meu RX.

Questionei a uma funcionária do local o motivo de tanta demora e ela disse que não havia nenhuma solicitação minha no local. Pedi para falar com alguém da ouvidoria, da administração do hospital. Em alguns minutos chegou uma senhora que se identificou como Mercedes, funcionária da administração do Real Imagem (clínica de diagnóstico por imagem do Hospital). Ela cobrou da recepção minha ficha e a requisição do médico. Só então o pessoal do Real Imagem me levou até a sala de exames, onde foram realizados dois RX. Informei e Mercedes que gostaria de falar com a Ouvidoria, mas que apesar de ter feito vários pedidos para que fossem acionados, ninguém ainda havia me procurado.

Alguns minutos depois fui levada de volta ao corredor próximo ao consultório onde fui atendida pelo ortopedista. Meu marido chegou quando eu estava aguardado o novo atendimento, no corredor entre os consultórios e a sala da emergência. Depois de alguma espera fui novamente atendida por ele. Não houve fratura, mas de acordo com os exames de imagem ficou claro que houve um deslocamento do grampo, que parecia ter saltado para frente. O médico explicou que provavelmente eu teria que fazer uma cirurgia para tirar o grampo, mas que ele preferia que eu fosse no meu ortopedista no final da semana, quando o trauma estaria mais aliviado e ele poderia examinar melhor. Ele (o médico) disse ainda que eu teria que engessar o joelho e a perna e que tomaria alguns medicamentos para aliviar a dor antes de ser liberada e me prescreveu outra medicação para tomar em casa.

Fui encaminhada a sala de gesso, onde tive minha calça (nova) cortada (estava de calça jeans) e “ganhei” uma tala de gesso que ia da coxa até quase o tornozelo esquerdo. Foi nesta sala que um funcionário que se identificou como Bené, e estaria lotado na Ouvidoria foi até a mim. Eu mais uma vez expliquei tudo o que tinha acontecido e informei que queria uma cópia de toda a documentação relacionada ao meu atendimento, incluindo os exames. Pedi também que disponibilizassem uma cópia das imagens que estavam no circuito interno de TV já que havia uma câmera bem em frente do local da queda. Este funcionário disse que não poderia ceder este material e que iria falar com uma pessoa chamada Teresa, que trabalha na “Hospitalidade”.

Depois deste procedimento (gesso), fui levada novamente para a sala da urgência, onde fiquei sentada na cadeira de rodas para tomar algumas medicações injetáveis (colocadas dentro de um tubo de soro). Passei mais 1h30 fazendo isso. Durante este processo, a Teresa, da “Hospitalidade” foi até lá. Repeti mais uma vez o ocorrido e pedi as imagens. Ela disse que de fato as imagens estavam gravadas, mas que ela só poderia guardar no “backup”, mas não poderia nos ceder. Informei que iria acionar juridicamente o hospital e que se eles não me dessem teriam que dar à Justiça. Visivelmente constrangida ela disse que “infelizmente não poderia entregar”. Ela disse que ria repassar o caso ao pessoal do Jurídico e à Administração Médica e que eles entrariam em contato, porque “já tinham os meus dados e contatos”. Sai do Hospital Português por volta das 17h, na companhia do meu marido – que a esta altura já havia perdido meio dia de trabalho. Compramos a medicação prescrita pelo médico.

Nestes dois dias (hoje é quinta-feira) senti muitas dores. Estou impossibilitada de ir ao trabalho (tenho três empregos). Não posso cuidar sozinha de meus filhos, de minha casa. Sequer posso deixar ou pegar meus filhos na escola. E ninguém do hospital ligou sequer para saber se eu estava viva, se precisava de alguma coisa.

Hoje à tarde fui a uma consulta com o meu ortopedista e as notícias foram as que eu não queria ouvir. Vou ter que operar o joelho para a retirada dos grampos e para ver se os danos foram maiores que dá para ver nos exames. A cirurgia envolverá os riscos de qualquer cirurgia que necessita de anestesia. Terei que passar mais tempo afastada do trabalho, talvez até tenha até que entrar em benefícios (INSS). Não poderei cuidar dos meus filhos por mais tempo. A recuperação envolverá andar de muletas, fisioterapia e vários outros impedimentos a minha vida normal, cheia de compromissos e responsabilidades. Isso sem contar os custos – que além dos remédios, envolverão o pagamento de honorários de especialistas como instrumentador, para acompanhar a cirurgia.

Estou muito, muito irritada. Não cai na rua. Não cai em casa. Não fiz nada de arriscado ou ilegal. Estava apenas tentando dar força a um casal de amigos queridos, dentro de um hospital, quando fui vítima da irresponsabilidade de uma instituição de saúde, que deveria ser a primeira a zelar para que as pessoas, pacientes ou não, sejam bem tratadas e não passem por este tipo de absurdo!

Gostaria de repetir algumas perguntas que fiz aos distintos funcionários do Hospital Português.

E se fosse um idoso? Ou uma gestante? E se fosse alguém que não tivesse plano de saúde? E se fosse alguém que estava com outros problemas de saúde e que a queda o levasse à morte?

Gostaria, sinceramente, que este hospital e sua direção sentissem vergonha. Gostaria que todos soubessem que estarei temporariamente fora de minhas atividades normais porque algum irresponsável, acobertado por gestores incompetentes, deixou que manchas de óleo derrubassem uma pessoa que luta todos os dias por um mundo melhor, e que apesar de todo este absurdo continuará lutando.

Monica Crisostomo



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14 de mar de 2010

Supremo investiga Efraim (DEM-PB) por fraude

Efraim Morais (DEM-PB)


Por Leandro Cólon e Felipe Recondo, no Estadão de S.Paulo

O senador Efraim Morais (DEM-PB) é investigado, desde o mês passado, no Supremo Tribunal Federal (STF) por desvio de recursos públicos e fraudes em licitações. A Procuradoria-Geral da República aponta indícios de que Efraim repassou dinheiro do Senado a empresas de comunicação da Paraíba, sem realizar licitação, para receber em troca a publicação de notícias favoráveis a ele - inclusive sobre sua vida social - no Estado que representa.

O inquérito está nas mãos do ministro Ayres Britto, que já pediu à Polícia Federal diligências. Na petição inicial, assinada em 29 de janeiro, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, aponta indícios de que Efraim, interessado em fins particulares, infringiu a Lei de Licitações e a legislação penal ao repassar esse dinheiro para empresas de comunicação no período em que foi primeiro-secretário da Casa, cargo responsável por cuidar da parte administrativa. Efraim ocupou a função entre 2005 e 2009. O setor é reduto do DEM. Hoje, o cargo de primeiro-secretário é ocupado pelo senador Heráclito Fortes (DEM-PI).

Efraim é suspeito, conforme o Inquérito 2.912, de ter se apropriado de dinheiro público ou desviado recursos em proveito próprio - crime de peculato, cuja pena é de 2 a 12 anos de prisão. O senador teria dispensado concorrência de maneira ilícita, conforme o artigo 89 da Lei de Licitações. Nesse caso, a pena varia de três a cinco anos de detenção.

Entre as contratadas estão as empresas WScom Nordeste Mídia, Paraíba Internet Graphics, Rádio e TV Paraibana e RPN Assessoria. Esta última é ligada a um primo do senador. Cada uma recebia, pelo menos, R$ 48 mil por ano dos cofres do Senado em troca de divulgar um pequeno banner do Senado.


Clique aqui e leia essa reportagem completa no Estadão.


Matéria relacionada: "Denuncia do blog no MPF contra senador vira processo no STF", clique aqui.

Postagem relacionada: "Acerto de Contas: É preciso começar por Efraim Morais", clique aqui.



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11 de mar de 2010

O bom debate para Paraíba 2010 (XX)

Ricardo Coutinho (PSB) x José Maranhão (PMDB)


Por Fábio Rodrigues

Amigo leitor o que você achou da pesquisa da Consult - Jornal Correio da Paraíba? Temos o governador José Maranhão (PMDB) com 40,1%, o prefeito de João Pessoa Ricardo Coutinho (PSB) com 32,6% e o senador Cícero Lucena (PSDB) com 8,7%.

Claro que os Maranhistas comemoraram muito, pois as pesquisas anteriores só tinha a favor do governador um empate e algumas derrotas. Isso pode nos levar para uma leitura que Ricardo tenha diminuido seu crescimento eleitoral, e logo agora com o apoio do DEM e de Cássio (PSDB).

Será que podemos afirmar que para Ricardo, pelo menos em João Pessoa, esse apoio do DEM e de Cássio tenha lhe tirado alguns votos?

Pois essa "união" quebra um pouco aquela visão que a população tinha de Ricardo um radical, socialista, sonhador, caçador de corruptos, ...

Nas pesquisas os cenários que são avaliados com muito zelo pelos estrategistas políticos, e que não foi divulgado pelo Correio da Paraíba, são dois resultados importantes: a rejeição dos candidatos e o embate de Ricardo e Maranhão, com a desistência de Cícero. Onde estão estes números!!!


Postagem relacionada: "O bom debate para Paraíba 2010 (XIX)", clique aqui.



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10 de mar de 2010

O bom debate para Pernambuco 2010 (XV)

Eduardo Campos (PSB) X Jarbas Vasconcelos (PMDB)


Por Fábio Rodrigues

Sempre estivemos torcendo por aqui pelo clássico na disputa do Governo do Estado. Partida onde os dois lados buscassem fazer muitos gols. Nada de retranca ou jogo frio.

No entanto, o que pudemos ver essa semana foi o Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) mais preocupado em montar um palanque para o José Serra (PSDB) em Pernambuco, do que em participar da eleição estadual. Assim sendo, será que podemos dizer que Jarbas "jogou a toalha" para a reeleição do Governador Eduardo Campos (PSB)?

Não obstante, o tratamento que Serra deu para sugestão de Jarbas de lançar logo sua candidatura a Presidência foi no mínimo deselegante. Serra não deu ouvidos nenhum e disse que a decisão só no dia 3 de abril, limite da desincompatibilização. Pois o crescimento vertiginoso da Ministra Dilma nas últimas pesquisas não preocupa Serra, só Jarbas, somente Jarbas!


Postagem relacionada: "O bom debate para Pernambuco 2010 (XIV)", clique aqui.



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