31 de jan de 2010

Agora também é www.FábioRodrigues.com


Por Fábio Rodrigues

Agora também estamos com o endereço http://www.FábioRodrigues.com , isso mesmo, com acento.

A nova geração de domínios na internet são domínios com acento.

Estamos então em três endereços para facilitar sua visita:

1 - http://www.FabioRodrigues.com





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30 de jan de 2010

O bom debate para Paraíba 2010 (XVIII)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) - Inelegível?


Por Fábio Rodrigues

Sobre as eleições 2010 o noticiário é vasto e também repetitivo. Uma matéria específica está mais que recorrente e já parece surgir um novo embate jurídico: Cássio está inelegível?

Vários são os comentários e teses diante essa polêmica. Um dos primeiros a levantar essa dúvida foi o Deputado Federal Manoel Junior (PMDB). Ai apareceu mais um bocado, uns contra e outros referendo o pensamento.

A última matéria que li, mesmo sendo no Portal Correio, canal do desafeto de Cássio, merece uma breve reflexão, pois lança uma visão nova. Vejamos como ela é defendida.

A cassação acarretou uma suspensão dos direitos políticos de Cássio por 3 anos, e sendo assim ele não poderia está filiado a nenhum partido político durante esse tempo. E como para candidatar-se o cidadão precisa de pelo menos 1 ano de filiação a uma legenda partidária, premissa não atendida por Cássio.

Segue dois trechos da matéria no Portal Correio: “Note-se que a inelegibilidade abrange os três anos subsequentes ao dia da eleição onde se verificou o benefício auferido em razão da conduta ilícita, ou seja, o dia 29 de outubro, quando Cássio Cunha Lima foi eleito governador”, afirma o advogado. Segundo ele, antes de 29 de outubro Cássio não poderia estar no pleno gozo dos seus direitos políticos no que tange a sua capacidade eleitoral eletiva.

“Como as próximas eleições ocorrerão em 3 de outubro, o pretenso candidato deve estar em pleno gozo dos seus direitos políticos e validamernte filiado a algum partido desde o dia 3 de outubro de 2009, período em que Cássio não detinha regular filiação partidária”, disse Rafael Lucena.


Postagem relacionada: "O bom debate para Paraíba 2010 (XVII)", clique aqui.



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29 de jan de 2010

O bom debate sobre a Blogosfera (IX)


Dilma diz que internet será fundamental na escolha do próximo presidente

Por Bruno Bocchini, na Agência Brasil

São Paulo - A ministra-chefe da Casa Cilvil, Dilma Rousseff, disse hoje (29) que a internet será muito importante na escolha do próximo presidente da República. Segundo a ministra, a rede será decisiva para o debate e a formação de opinião dos eleitores.

“Eu acho que essa eleição vai abrir espaço para sinalizar a importância da internet no processo político brasileiro. Não acredito que essa eleição possa passar sem os blogueiros, sem os tuiteiros [usuários do twitter] no debate e na opinião dentro da internet. Isso só contribui para o país, para a manifestação da diferença de opiniões”, disse ela durante a feira de tecnologia da informação Campus Party, em São Paulo.



Dilma voltou a negar que seja candidata a presidência da República. “Eu não posso me afirmar candidata, não sou candidata de mim mesma. Só quando o Partido dos Trabalhadores se reunir no congresso, a partir de fevereiro, e me indicar, eu serei [candidata]. E isso não é uma questão formal. Isso é uma questão de respeito político ao partido ao qual eu sou filiada”.

A ministra se encontrou com o Lawrence Lessig, professor da faculdade de direito de Stanford, nos Estados Unidos, e um dos maiores defensores dos licenciamentos livres para a distribuição de bens culturais digitais, quando discutiram a nova lei de direitos autorais brasileira.

“Segundo ele, nossa lei vai ser uma das mais avançadas no mundo. Nosso marco civil entende que a internet não pode ser objeto de uma regulamentação que estreite o acesso, que torne a internet sujeita a cesura ou a restrições”.

Dilma disse acreditar que a nova lei esteja pronta ainda no primeiro semestre de 2010.


Postagem relacionada: "O bom debate sobre a Blogosfera (VIII)", clique aqui.



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28 de jan de 2010

Acesse ForaArruda.com


Visite, participe e divulgue:



Postagens relacionadas: "Arruda é vaiado no Itamaraty", clique aqui.
"DF: Os protestos continuam ... (II)",
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"Resultado da pesquisa: "Destino de Arruda (DEM-DF)?"",
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"O DEM, ex-PFL, é corrupto?",
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Postado originalmente às 13:13 - 01/12/2009.



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PT X PSDB : Lula X FHC : Dilma X Serra



Postagens relacionadas: "Vox Populi: Dilma tem 45% e Serra 23% em Pernambuco", clique aqui.
"Uma mulher na Presidência?",
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"Lula (PT): "Que me desculpem os adversários (PSDB/DEM), mas vamos ganhar"",
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"Quero Dilma - PT ! (II)",
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"Resultado da pesquisa: "Melhor para o Brasil?"",
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"Programa do PT: Lula X FHC",
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27 de jan de 2010

“Jarbas não deveria ser Senador, e sim mestre de obras. Nunca vi alguém gostar tanto de construtora.”

Silvio Costa (PTB -PE)

Por Pierre Lucena, no Acerto de Contas

Nesta semana, o deputado Silvio Costa saiu de seu mergulho para brigar com seu principal desafeto, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

Silvio me ligou hoje para conversar, e para dar uma entrevista ao Acerto de Contas, falando desde sua briga com Jarbas até o episódio da Empetur que atingiu seu filho, Silvio Costa Filho. Como podemos ver, Síilvio não tem papas na língua.

Segue a entrevista.

Acerto de Contas – Você estava calado, por que resolveu aparecer?

Silvio Costa - O Senador Jarbas deve uma explicação decente ao povo de Pernambuco. Ele foi pego pela Polícia Federal em uma lista de um computador da construtora Camargo Corrêa, como um dos políticos que receberam dinheiro. Foram 232 políticos, dos quais 195 prestaram conta, e 37 não prestaram conta do dinheiro. Entre estes está Jarbas Vasconcelos. O Senador recebeu R$ 510 mil, segundo a Folha de São Paulo, e o relatório final da Policia Federal, que está investigando a Operação Castelo de Areia.

O que eu quero saber do Senador é: primeiro, se ele não prestou contas, o dinheiro foi para a campanha ou para despesas pessoais? Segundo, ele ficou com este dinheiro sozinho ou dividiu com os parceiros? Terceiro, por que no lugar de responder de forma clara ao povo de Pernambuco, que merece respeito, ele diz que vai me processar?

Ele deveria processar a Polícia Federal, a Folha de São Paulo; mas não estou preocupado em ser processado por ele. Só vou parar de debater este assunto quando o Senador se explicar.

Mas ele disse que não recebeu.

Ele deu a resposta que 99% dos políticos daria, de que não recebeu. Mas ele sabe que a Polícia Federal é um dos órgãos mais respeitados do país, e não ia colocar o nome de Jarbas se não tivesse convicção das investigações. Jarbas deveria ter coragem e ir pedir explicações à Polícia Federal.

A Camargo Corrêa está dizendo que a lista veio de uma investigação ilegal…

A Camargo Corrêa é tão investigada como o Senador Jarbas. Estou muito a cavalheiro para falar. Veja se meu nome está nesta lista. E eu não sou metido a paladino da ética. Jarbas se apresentou ao Brasil, através das páginas amarelas da Veja como o novo timoneiro da seriedade do Brasil. Agrediu todo mundo. Só ele prestava. Era a verdadeira flor do lodo, mas eu subi à Tribuna da Câmara e disse ao Brasil que Jarbas não era flor que se cheire. Quero continuar o debate da ética com o Senador. Tenho 18 anos de vida pública, e nunca apareci em lista de Polícia Federal. Agora, Jarbas deveria seguir o exemplo de Pedro Simon, este sim tem legitimidade para falar sobre ética, e não o exemplo de Roriz, que foi pego por conta de uma bezerra. O que Jarbas recebeu dava para comprar 1000 bezerras.

Quero concluir dizendo que Jarbas é useiro e vezeiro em receber dinheiro de construtora. Pernambuco todo sabe que em 93 ele foi acusado pela senhora Maria de Fátima, que tinha recebido dinheiro da Queiroz Galvão. Portanto não é a primeira vez que está envolvido com construtora. Ele vai ter que explicar.

Eu acho até que ele não deveria ser Senador, e sim mestre de obras. Nunca vi alguém gostar tanto de construtora.

E sua briga com Sérgio Guerra . Dizem que tudo surgiu de uma discussão em um restaurante em Brasilia, por causa de bases eleitorais.

Pernambuco sabe que desde 1992, quando era vereador, que faço oposição ao conjunto de forças que Jarbas representa. Não é o momento de eu entrar no debate com nosso “anão do orçamento”. Vai chegar o momento. Ele anda me agredindo porque quer desviar o foco de Jarbas. Na hora certa irei para o debate com o nosso “anão”.

Você não acha que ele foi muito agressivo com Dilma?

Acho que foi agressivo, e acho que Lula errou ao respondê-lo, pois aprendi que existem algumas figuras que não merecem resposta.

Você acha que Jarbas é candidato?

Eu nunca me preocupei em saber quem será o candidato da oposição, até porque isso é da prerrogativa deles. Eu sei que o Governador Eduardo Campos é candidato à reeleição, e se dependesse de mim, a chapa estaria completa: Eduardo Campos, João Lyra, João Paulo e Armando para o Senado.

E Fernando Bezerra Coelho?

Acho que Fernando Bezerra tem qualidades políticas, tem um grande quantitativo eleitoral, mas neste momento não tem as condições políticas, porque eu defendo que a chapa seja o mais plural possível. Ele é do PSB, e entendo que o PSB já tem o Governador como candidato à reeleição. Agora é evidente que isto é apenas uma opinião, até porque quem escolhe os senadores é Eduardo Campos.

E como ficou sua relação com o PTB depois da saída de Silvinho do Governo?

Não existe nenhum problema de relacionamento com o PTB. Sou amigo pessoal de Armando e de José Mucio, e de outras pessoas do partido. Isso é outra orquestração da oposição, tentando dizer que estamos desunidos. Pelo contrário, o PTB está mais unido do que nunca, e pronto para levar Armando para o Senado Federal.

E o episódio da Empetur, como explicar para o povo?

Esta sua pergunta é muito oportuna, porque Pernambuco sabe que o deputado Silvio Costa Filho não tem nenhuma responsabilidade jurídica ou administrativa sobre o episódio dos shows. A Empetur é uma empresa, e a Secretaria é outra. O Professor José Ricardo, ex-presidente da Empetur, é um homem sério que Pernambuco conhece, e que também não tem nenhum tipo de culpa neste processo.

E quem tem?

Na verdade o tempo vai mostrar que a Empetur foi vitima destes empresários e prefeitos que prestaram contas e não realizaram os shows. Aqueles que provarem que realizaram os eventos, evidente que não serão punidos. Agora, os prefeitos que deram declarações e não realizaram os eventos, vão arcar com a dureza da Lei. Quero dizer que Silvio Costa Filho fez o que qualquer homem de bem, que não tem culpa, faria. Pediu exoneração e foi à Policia Federal e ao Ministério Público Federal pedir que investigassem. Não lembro na história recente de Pernambuco, de nenhum político que tenha ido à Policia Federa pedir para que o investigasse.

Aliás, gostaria de sugerir ao Senador Jarbas que tivesse a mesma dignidade de Silvio Costa Filho, e fosse à Policia Federal explicar ao povo de Pernambuco onde estão os R$ 510 mil. Agora sou eu quem pergunto: onde está o dinheiro da Camargo Corrêa?



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Pernambuco: UPA é a resposta do governo a quem ajudou a derrotar a CPMF

Eduardo, Lula e Dilma - Pernambuco cada vez mais forte!
Foto: Ricardo Stuckert/PR


A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) inaugurada nesta quarta-feira (27/1) no município de Paulista, em Pernambuco, é a resposta a “alguns políticos brasileiros e de pernambuco” que ajudaram a tirar dinheiro da saúde derrotando a CPMF (contribuição sobre movimentação financeira que transferia recursos para o setor) no Congresso em dezembro de 2008. Segundo o presidente Lula, que esteve na solenidade de inauguração, para “fazer desaforo” aos que ajudaram a derrubar a CPMF, o governo resolveu fazer 500 UPAs este ano em todo o Brasil.


O argumento, disse Lula, de que a CPMF ajudava a encarecer o custo dos produtos não se confirmou:

Eu não conheço nenhum empresário que baixou um centavo no preço do seu produto depois que caiu a CPMF. Então o problema não era de preço, o problema era de maldade.

Lula fez questão de agradecer, durante a solenidade, algumas pessoas que ajudaram o governo a fazer coisas importantes para o País. Entre os nomes lembrados estavao o do governador Eduardo Campos, o ex-ministro da Saúde Humberto Costa (que é pernambucano e ajudou a criar serviços importantes como o Samu e a farmácia popular) e deputados do estado que fazem parte da base aliada no Congresso, pelo trabalho que desenvolvem para ajudar o País a caminhar em frente.

O presidente afirmou que em março voltará à Pernambuco para visitar, juntamente com o governador Eduardo Campos, diversas obras no estado, como a fábrica de dormente de trem que será inaugurada em Salgueiro -- a maior do mundo, segundo Lula -- e também uma usina de brita que vale pelas 40 maiores fábricas desse tipo de São Paulo. Lula pretende visitar também as obras da Transnordestina e da refinaria de Pernambuco.

Fonte: Blog do Planalto

Postagem relacionada: "Vox Populi: Dilma tem 45% e Serra 23% em Pernambuco", clique aqui.



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São Paulo: Será que existe tucano aquático?



Clique aqui e acesse todas as postagens com as Charges do Bessinha.


Postagem relacionada: "Esse é o modo eficiente de governar São Paulo?", clique aqui.



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26 de jan de 2010

Vox Populi: Dilma tem 45% e Serra 23% em Pernambuco

Dilma (PT) X Serra (PSDB)


A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, alcançou em Pernambuco, na primeira quinzena deste mês, quase o dobro das intenções de voto do pré-candidato do PSDB, José Serra, informa pesquisa do instituto Vox Populi encomendada pela Rede Bandeirantes e divulgada na edição de ontem do Jornal da Noite. De acordo com o Vox Populi, Dilma obteve 45%, Serra 23%, Ciro (PSB) 9% e Marina (PV) 3%.

Os resultados apurados em Pernambuco fazem parte de uma pesquisa de âmbito nacional realizada junto a 2.000 eleitores de todas as regiões entre os dias 14 e 17 de janeiro.

No fim da semana passada, o Jornal da Band havia divulgado os resultados que o Vox Populi apurou no Rio de Janeiro sobre a disputa presidencial. Eles mostram um empate técnico entre Serra (27%) e Dilma (26%), dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ainda no Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país, Ciro Gomes obteve 14% e Marina Silva 9%.

Dilma, que estará amanhã em Pernambuco, esteve hoje no Rio, onde iniciou seu dia com entrevista na Rádio Tupi AM. Enfatizou que a Saúde e a Educação terão espaço destacado em sua plataforma de campanha e anunciou “um PAC da creche e um PAC do ensino superior. Um tem tudo a ver com o outro. Para ter uma boa creche, é preciso ter uma universidade que forme bons professores”.

À tarde, acompanhando o presidente Lula, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes, a ministra participou da inauguração da creche Zilda Arns e da praça Nossa Senhora Aparecida, obras financiadas pelo PAC na Colônia Juliano Moreira, que está sendo urbanizada no bairro de Jacarepaguá com orçamento de R$ 142 milhões – R$ 112 milhões do governo federal e R$ 20 milhões da Prefeitura. As obras e serviços beneficiarão 6.200 famílias.

GOVERNO DE MINAS

Além de apurar as intenções de voto para a eleição presidencial, a pesquisa Vox Populi para a Rede Bandeirantes incluiu consultas sobre as disputas para os governos dos maiores estados, como Minas Gerais. Em todos os três cenários simulados lá, o atual vice-governador e candidato do governador Aécio Neves (PSDB), Antônio Augusto Anastásia, aparece em segundo lugar, na faixa de 16% a 17%, atrás de Hélio Costa (PMDB) e dos petistas Fernando Pimentel e Patrus Ananias.

Num dos cenários, sem candidato do PT, Hélio Costa soma 37%, Anastasia 16%, Vanessa Portugal (PSTU) 5% e Maria da Conceição (PSOL) 2%.

Nas outras simulações, sem a candidatura de Hélio Costa, um dos pré-candidatos do PT, Fernando Pimentel, soma 34% enquanto Anastasia fica com 17%; e o outro pré-candidato petista, o ministro Patrus Ananias, alcança 28%. Anastasia permanece com 17%.

Fonte: Brasília Confidencial


Postagem relacionada: "Vox Populi: Dilma já empata com Serra no Rio", clique aqui.



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25 de jan de 2010

Criamos três novas enquetes. Participe!


Por Fábio Rodrigues

Queremos saber sua opinião sobre as Eleições 2010 para os cargos do Poder Executivo Federal e Estaduais na Paraíba e Pernambuco.

Na coluna direita ao lado você pode iniciar a votação.

Clique aqui e acesse todos os resultados das enquetes realizadas pelo nosso blog.


Postagem relacionada: "Resultado da enquete: "Melhor para o Brasil?"", clique aqui.



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24 de jan de 2010

Só de Sacanagem




A frase: "Não admito, minha esperança é imortal".


Postado originalmente às 17:30 - 11/12/2009.



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23 de jan de 2010

Uma mulher na Presidência?


Por Eduardo Guimarães, no Cidadania.com

Depois de ler aquilo que a imprensa e o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, chamaram de “nota oficial do PSDB” de resposta à afirmação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, de que os tucanos pretenderiam acabar com o PAC e com o Bolsa Família, entendi o verdadeiro sentido da candidatura dessa... Mulher.

Eis o xis da questão. A truculência, a insolência, a “valentia” de Guerra parecem condutas daquele marido cachaceiro que chega em casa às três da madrugada e, ao ouvir uma reclamação da mulher, enfia-lhe a mão no rosto. O tom da “nota oficial” desse sujeitinho, é esse.

E esse é o sentido da candidatura Dilma. O Brasil já elegeu aquele que sofre menos discriminação neste país entre a elite, um operário, um “peão”, como essas elites chamam trabalhadores. Tenho minhas duvidas, porém, sobre se Lula seria eleito se fosse negro ou mulher.

Acho que o Brasil, por incrível que pareça, não é capaz, ainda, de eleger um negro, o mais discriminado entre os brasileiros. Mas talvez o próximo passo seja eleger o imediatamente mais descriminado antes dos “peões”, uma mulher.

Com Dilma, novamente o Brasil romperia um paradigma. Estaríamos indo, aos poucos, rumo à eliminação do absurdo que é um país que tem mais mulheres e negros do que homens e brancos jamais ter elegido presidente um entre a etnia ou entre o gênero que constituem maioria.

Eis que a visão de Lula vai se formando para a sociedade, o simbolismo em o grupo social mais discriminado na política depois dos negros queimar todas as etapas e colocar um membro do gênero feminino no mais alto cargo político da nação, em desafio franco e aberto à vontade do gênero opressor.

Com a sucessiva quebra de paradigmas de opressão e desigualdade que vem ocorrendo no Brasil, caminhamos para um destino que nos espera há séculos, o de uma das maiores nações entre todas estar moralmente à altura de seu gigantismo e de seu futuro de tantas e tão visíveis promessas.

PS: o governador José Serra poderia ser tão corajoso quanto a ministra Dilma Rousseff e enfrentá-la ele mesmo, em vez de mandar seus mastins fazerem o serviço.


Postagens relacionadas: "Vox Populi: Dilma já empata com Serra no Rio", clique aqui.
"PT ou PSDB faz terrorismo eleitoral?",
clique aqui.
"Será que Sérgio Guerra (PSDB-PE) vai se reeleger senador?",
clique aqui.
"O bom debate para o Brasil 2010 (IX)",
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"Programa do PT: Lula X FHC",
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Clique aqui e acesse todas postagens r
elacionadas com Sérgio Guerra.



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Vox Populi: Dilma já empata com Serra no Rio

Dilma (PT) X Serra (PSDB)


Uma queda vertiginosa do pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, e um forte crescimento da candidatura da ministra Dilma Rousseff praticamente acabaram com a vantagem que o tucano vinha sustentando sobre a candidata presidencial do PT junto ao eleitorado do Rio de Janeiro.

Segundo pesquisa feita pelo Instituto Vox Populi para a Rede Bandeirantes, e parcialmente divulgada na edição de ontem do Jornal da Noite, Serra caiu de 40% para 27% das intenções de voto, enquanto Dilma subiu para 26%.

De acordo com o Jornal da Noite, o Vox Populi também aponta 14% para Ciro Gomes (PSB) e 9% para Marina Silva (PV).

Fonte: Brasília Confidencial


Atualização às 00:13 - 23/01/2010.

Meu comentário:

Esses números demonstra que o presidente Lula está transferindo com força sua popularidade para sua sucessora. Deve ser por isso a preocupação danada do PSDB com a Ministra Dilma!

Vale salientar que o Rio de Janeiro é o 3º maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para São Paulo (1º) e Minas Gerais (2º). No Nordeste Dilma já passou Serra em vários Estados.

E agora José? Vai mesmo desistir dessa disputa e partir para reeleição no governo de São Paulo?


Postagens relacionadas: "O bom debate para o Brasil 2010 (IX)", clique aqui.
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Postado originalmente às 23:13 - 22/01/2010



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22 de jan de 2010

O bom debate sobre a Blogosfera (VIII)


A era pós-mídia de massa: a desconfiguração e descentralização da Comunicação. Entrevista especial com Ivana Bentes

Reportagem de Greyce Vargas e Moisés Sbardelotto
Do IHU - Unisinos

Desconfigurar, descentralizar, até mesmo "explodir". Para a doutora em Comunicação e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ivana Bentes, o que caracteriza a "era pós-mídia de massa são justamente as práticas descentralizadas de comunicação". "A Internet é esse lugar de desconfiguração", afirma a professora em entrevista concedida, por email, à IHU On-Line.

Ivana acredita ainda que o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo "abre uma série de novas questões e debates sobre o campo da comunicação pós-mídias digitais bem mais interessantes do que o velho muro das lamentações corporativas". Segundo ela, os cursos de Comunicação precisam "dar uma virada e explodir" o ambiente da sala de aula tradicional e pensar uma formação por projetos, uma "wiki-universidade".

Analisando os resultados do Fórum de Mídia Livre e da Confecom, afirma que foram "um momento histórico, vivo, vibrante das possibilidades e limites da atual democracia brasileira". "É a sociedade inteira que se apropria das tecnologias e da linguagem jornalística contra o jornalismo, explodindo o jornalismo corporativo", defende.

Ivana Bentes é doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora associada do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ e Diretora da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO/UFRJ), também atua na área de Comunicação, com ênfase em estética, audiovisual, cinema, imaginário social, pensamento contemporâneo e cultura digital. Atualmente se dedica a dois campos de pesquisa: Estéticas da Comunicação, Novos Modelos Teóricos no Capitalismo Cognitivo e Periferias Globais: produção de imagens no capitalismo periférico. É coordenadora do Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ. É curadora na área de arte e mídia, cinema, audiovisual.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Uma das principais discussões do II Fórum de Mídia Livre é pensar a produção de um novo mercado da comunicação: o mercado do diálogo. Como se apresenta esse mercado?

Ivana Bentes – O mercado não vem "primeiro". Ele é um resultado da articulação das redes de mídia livre, é o resultado da emergência de um movimento mídia-livrista. O que o Fórum de Mídia Livre tem buscado é dar visibilidade a essa rede de produtores de conteúdo em todas as mídias e aos novos movimentos do campo da comunicação, como o pessoal do Música Para Baixar, do Software Livre, dos blogs, além dos protagonistas históricos que lutam e lutaram pela democratização dos meios de Comunicação no Brasil (do rádio, das TVs comunitárias, públicas, do vídeo, da videoarte etc.).


"O que caracteriza a era pós-mídia de massa são práticas descentralizadas de comunicação, que podem criar novos ambientes colaborativos e participativos"


Então, é nesse sentido que temos que criar "mercados", num momento em que é a sociedade como um todo que produz mídia. Ou seja, se a mídia somos nós, com nossa capacidade cognitiva, afetiva, de produzir linguagem, valor, o mercado potencial de atuação é enorme, heterogêneo e diversificado. Mas, para existir, depende de uma série de fatores, entre eles a massificação das ferramentas e infra-estrutura para acesso amplo, livre, gratuito, a custo baixo, às redes e acesso às tecnologias e ferramentas de comunicação.

Ou seja, a questão do Fórum de Mídia livre é antes de mais nada potencializar esse momento de transição em que os intermediários e corporações que tinham uma "reserva de mercado" para a produção de conteúdos se veem em crise diante de uma tecnologia como a Internet, que tem potencial "livre", participativo e colaborativo, que demanda uma outra lógica, não hierarquizada, não centralizada, polifônica na produção das informações.

A palavra "mercado" não pode ser demonizada. Temos que criar e reivindicar a criação de novos mercados. Por exemplo, toda essa economia pós-Google dos centavos, dos downloads pelos aparelhos de celulares, os sites de textos, imagens em domínio público, os conteúdos licenciados em "creative commons": são mercados novos em que as próprias empresas pós-mídias de massa estão apostando, investindo e criando. Nós temos que inventar, criar valor e tornar desejável os nossos mercados a serem inventados.

No Fórum de Mídia, foi muito discutida, por exemplo, a possibilidade de criação de moedas sociais, moedas baseada na troca de serviços de comunicação ou outros, na linha do que o Cubo Card (http://www.cubocard.blogger.com.br/) e Pablo Capilé inventaram para a cena musical e que deu muito certo. Inventaram uma moeda que faz circular serviços, bens e pessoas. Um mercado que vem viabilizando e dando visibilidade às bandas de rock do circuito fora das grandes capitais brasileiras, o projeto Fora do Eixo.

IHU On-Line – A situação dos realizadores independentes ainda é muito complicada nessa "Era pós-mídia"? Quais são os maiores desafios de se fazer comunicação alternativa hoje, em nosso país?

Ivana Bentes – Melhor falar em "produtores de conteúdo" de forma ampla, e sem o adjetivo "independente", pois o ambiente, seja para a mídia de massa, seja para novas mídias, está convergindo. Claro que existem assimetrias gigantescas entre os diferentes produtores de mídia, conteúdo etc. Mas nada está configurado ou determinado. Estamos no meio de dinâmicas muito velozes, que exigem uma disposição e experimentação de quem quer fazer mídia.


"A Internet, que tem potencial 'livre', participativo e colaborativo, demanda uma outra lógica, não hierarquizada, não centralizada, polifônica"


O que caracteriza essa era pós-mídia de massa são justamente as práticas descentralizadas de comunicação ponto a ponto, P2P (peer-to-peer), pós-Internet, que têm esse potencial de criar novos ambientes de trabalho, de educação, de lazer, colaborativos e participativos, rompendo com velhas formas de hierarquização e de aprendizagem unidirecionados e/ou centralizados, estimulando processos coletivos de ampla conectividade em rede. Essas proposições não têm nada de utópicas, são bem realistas, pragmáticas e imanentistas. Aliás, basta olhar para algumas práticas emergentes de mídia (a blogosfera, por exemplo) e os ambientes de ensino/aprendizado/convivência reais/virtuais.

Vejo de forma bem ampla a questão do mídia-livrismo, com a entrada de novos sujeitos sociais na produção de mídia, o que podemos chamar de inclusão subjetiva. As coberturas das guerras, catástrofes – como agora no Haiti, Afeganistão – e mesmo uma nova sensibilidade e crônica do cotidiano estão sendo feitas nos blogs, twitters, mídias sociais, redes de "pessoas comuns" que impactam o mundo.

Inclusão subjetiva significa que essas vidas, essas pessoas têm um potencial de produzir outras "linguagens". As redações de jornais e TVs têm um ambiente marcado socialmente, homogêneo demais. Então, a explosão dessa produção desterritorializada, heterogênea pode produzir dissenso, fricção, tensão. Falando das mídias tradicionais, é urgente colocar dentro das redações de jornais, TV, mídia, pessoas vindas de outros grupos sociais. Isso muda tudo. Um editor de polícia, urbanismo, que tem outra vivência da cidade, por exemplo. A Internet é esse lugar de desconfiguração. Claro que pode simplesmente reproduzir o modelo da mídia de massa, mas essa potencialidade está aí.

Existem projetos de produção de conteúdos e de mídia que podem vir diretamente das favelas, das prisões, dos hospitais, dos asilos, de ambientes quaisquer, que podem trazer consigo uma outra expressão e comunicação. Um exemplo brasileiro é a forma como os motoboys se articularam usando a Internet e produzindo mídia (http://www.zexe.net/SAOPAULO/intro.php?qt=).

São 12 motoboys de São Paulo que percorrem espaços públicos e privados da cidade com celulares e acesso a um site. Fotografam, filmam e publicam em tempo real na Internet as suas experiências. Fazem uma crônica/cobertura singular da cidade, gerando um conhecimento coletivo e partilhado. É um projeto original de mídia, em que a "vida" desses motoboys é que produz "linguagem" e valor.

Tem ainda projetos como o Observatório da Maré, os repórteres-comunitários do Viva Favela, sites do Rio que apontam para essas possibilidades, de gangues-guerrilheiras das notícias. Isto é a Ciberperiferia: a apropriação das novas mídias por outros grupos sociais.

IHU On-Line – O que você pensa sobre essa nova Lei de Publicidade? E quanto à retirada da obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão?

Ivana Bentes – O fim da exigência do diploma para se exercer o jornalismo no Brasil (como em tantos países do mundo inteiro) abre uma série de novas questões e debates sobre o campo da comunicação pós-mídias digitais, bem mais interessantes do que o velho muro das lamentações corporativas. Agora, será necessário constituir novos "direitos" para jornalistas e não-jornalistas, free-lancers, blogueiros e mídia-livristas. Todos terão que inventar novas formas de lutas comuns.

O fim do diploma tira da "invisibilidade" a nova força do capitalismo cognitivo, as centenas e milhares de jovens free-lancers, autônomos, mídia-livristas, inclusive os formados em outras habilitações de Comunicação que eram impedidos por lei de fazer jornalismo e exercer a profissão e que, ao lado de qualquer jovem formado em comunicação, constituem hoje os novos produtores simbólicos, a nova força de trabalho "vivo".


"O fim da exigência do diploma para se exercer o jornalismo abre novas questões sobre o campo da comunicação pós-mídias digitais"


Parece que vamos, finalmente, sair do piloto automático dos argumentos prontos "de defesa do diploma", que sempre escamotearam alguns pontos decisivos.

O fim da exigência de diploma para trabalhar em jornalismo não significa o fim do ensino superior em jornalismo, nem o fim dos cursos de Comunicação que nunca foram tão valorizados. Outros cursos, extremamente bem sucedidos e disputados no campo da Comunicação (como publicidade) não têm exigência de diploma para exercer a profissão e são um sucesso, com enorme demanda.

A qualidade dos cursos e da formação sempre teve a ver diretamente com projetos pedagógicos desengessados, com consistência acadêmica, professores de formação múltipla e aberta, diversidade subjetiva, e não com "especificidade" ou exigência corporativa de diploma. Isso traz um questionamento sobre a atual formação, pois as universidades não precisam (ou não deveriam) formar "peões" diplomados, mas sim jovens capazes de exercer sua autonomia, liberdade e singularidade, dentro e fora das corporações, não profissionais "para o mercado", mas sim capazes de "criar" novos mercados e ocupações, jornalismo público, pós-corporações, midiarte, jovens que inventam ferramentas, práticas e mercados pós-mídias massivas.

Nada justificava, pois, a "excepcionalidade" do diploma para os jornalistas, o que criou uma "reserva de mercado" para um pequeno grupo, reserva que diminuía a empregabilidade de jovens formados em cinema, rádio e TV, audiovisual, publicidade, produção editorial etc., proibidos pela exigência de diploma de exercer... jornalismo.

O raciocínio corporativo constituiu, até hoje, uma espécie de vanguarda da retaguarda, com um discurso fabril, estanque, de defesa da "carteira assinada" e dos "postos de trabalho", enquanto, no capitalismo cognitivo, no capitalismo dos fluxos e da informação, o que interessa é qualificar não para "postos" ou especialidades (o operário substituível, o salário mais baixo da redação!), mas sim para campos do conhecimento, para a produção de conhecimento de forma autônoma e livre, não o assujeitamento do assalariado, paradigma do capitalismo fordista.

A ideia de que, para se ter "direitos", é preciso se "assujeitar" em uma relação de patrão/empregado, de "assalariamento", é uma ideia francamente conservadora. O precariado cognitivo, os jovens precários das economias criativas estão reinventando as relações de trabalho; os desafios são enormes, a economia pós-Google não é o jornalismo fordista, não vamos combater as novas assimetrias e desigualdades com discursos e instrumentos da revolução industrial.


"As universidades não deveriam formar 'peões' diplomados, mas sim jovens capazes de exercer sua autonomia, liberdade e singularidade"


Devemos lutar não por cartórios do século XIX, mas pelos novos movimentos sociais de organização e defesa do precariado, lutar pela autonomia fora das corporações, para novas formas de organização e seguridade do trabalhador livre do patrão e da corporação.

As forças livres (frágeis, sem direitos, sem seguridade, nômades globais, precários, imigrantes, periféricos, doutores ou favelados) do precariado são a nova classe, grupo, força no capitalismo contemporâneo. São novos direitos, novas lutas... Não tem volta. Mesmo sabendo que o capitalismo cognitivo produz obviamente novas formas de coerção, capturas e despotencialização, a primeira questão é compreender as mudanças para intervir e construir o devir.

IHU On-Line – Em termos gerais, quais são os principais dilemas da comunicação no Brasil?

Ivana Bentes – Atualmente, é fazer a passagem de um sistema de Comunicação concentrado, hierarquizado e monopolista, que tem apenas privilégios e cujo horizonte são audiências massificadas, para um sistema de Comunicação horizontal, descentralizado, organizado em redes abertas, públicas e que pense não em termos de "audiência" ou público, mas sim em produtores de conteúdo e expressão. E que possa ter algum tipo de regulação social. Ou seja o consumidor de mídia como produtor e "observador" de mídia. Ninguém mais quer "aparecer" na TV ou no jornal simplesmente. As pessoas, grupos, coletivos, entidades, associações querem um canal de expressão, um canal de TV, acesso imediato aos meios de produção e distribuição, logo, de expressão.

Outra questão muito importante nesse momento é a universalização do acesso dos brasileiros à banda larga, com a criação e manutenção de uma rede de infra-estrutura pública de Internet, garantindo que essa passagem e mutação tecnológica não produzam mais assimetria de poder e aumentem a produtividade social como um todo. E também a criação de um marco legal civil para a Internet e as novas mídias que não criminalize as novas práticas sociais, como compartilhar arquivos, disponibilizar conteúdos em domínio público, assegurar a navegação anônima, uma série de "direitos" importantíssimos.

Outra questão: a alteração da legislação de Direito Autoral para garantir a ampliação das possibilidades de uso das obras protegidas para flexibilizar ou liberar totalmente os usos para fins de educação, pesquisa, de difusão cultural, preservação, uso privado de cópia integral sem finalidade comercial e também para uma gestão coletiva e estímulo ao licenciamento alternativo e garantia à proteção dos conteúdos em domínio público, de modo que esses conteúdos financiados publicamente (e outros) possam continuar livres.


"O raciocínio corporativo constituiu uma espécie de vanguarda da retaguarda, com um discurso fabril, estanque"


No campo da formação para as novas mídias, é importante a criação de escolas livres de formação multimídias em todo país, experimentando novas metodologias, novas ferramentas, jornalismo-cidadão, web jornalismo, blogagem, explodindo a formação disciplinar e hiperespecializada atual. Os cursos de Comunicação precisam dar uma virada e explodir (ou mudar) o ambiente da sala de aula tradicional e pensar uma formação por projetos, laboratórios, uma wiki-universidade, dinâmicas novas.

Isso sem falar em todas as mudanças necessárias na atual Lei Geral das Comunicações da década de 70 e totalmente defasada em termos tecnológicos, conceituais e que não está à altura da democracia já conquistada e desejada neste país.

IHU On-Line – A imagem é o novo capital? Poderia comentar essa ideia que inspira um de seus artigos?

Ivana Bentes – Estamos em um capitalismo cognitivo que tem como base o design, a publicidade, as imagens, a informação. Ou seja, a intuição do teórico francês Guy Debord nos anos 60/70 sobre a "sociedade do espetáculo" é interessante e importante, mas não pensada de uma forma simplificada e moralista pelo pessoal que sofre de iconofobia (medo das imagens) e que banalizou e generalizou de tal forma a critica da "sociedade do espetáculo" que a própria crítica virou um clichê teórico que se aplica de forma generalizada.

A frase decisiva de Guy Debord é: "O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas mediada por imagens" (Ver o texto "Depois do espetáculo: reflexões sobre a tese 4 de Guy Debord", de Juremir Machado da Silva, que vai em outra direção, mas é excelente).

Mas o que interessa aí, ao meu ver, é entender essa "relação social mediada por imagens", é reverter a impotência das imagens e dos clichês. Não é a "iconofobia", mas sim a iconofilia, o amor às imagens, que pode reverter os clichês em potência e arrancar dos clichês novas virtualidades. "Rachar" e explodir os clichês e arrancar daí a nova potência das imagens (Deleuze, Foucault dizem isso). Senão, seremos os anunciadores do apocalipse da sociedade do espetáculo, um tipo de discurso da impotência e do ressentimento diante do mundo, que faz o maior sucesso no nosso meio acadêmico.


"Devemos lutar não por cartórios do século XIX, mas por novos movimentos sociais de organização e defesa do precariado"


Vivemos com as imagens e entre imagens. É preciso entender o estatuto e nossa relação vital com as imagens. A imagem nunca foi investida de tanto valor, real e simbólico. A imagem-publicitária, a imagem-capital, as imagens produzidas no campo da arte, que podem atingir valores irracionais. Mas também o valor afetivo incomensurável de certas imagens com as quais nos relacionamos, que têm uma duração, que sobrevivem ao fluxo aniquilante, ao "esgoto público das imagens" que nos atravessa (YouTube, TV, web, jornais, publicidade na cidade, fluxo de imagens e discursos nos dispositivos tecnológicos).

Por isso é tão importante aprender (e ensinar) a "ler" as imagens e a produzir discursos pela imagem. Também as tecnologias de visualização me parecem decisivas, da câmera digital até o Google Maps, Google Stret View, Google Ocean, Marte etc. ferramentas capazes de escanear, mapear, localizar, de sobrepor camadas de informação vivas, criar imagens que não são mais representações de nada, mas que são a experiência mesma do mundo, mediado pelas imagens.

Ou seja é preciso pensar a imagem como algo "vivo" e nós como imagens entre imagens. Nada disso enfraquece o sentido da crítica, do pensamento. É preciso pensar com as imagens, através das imagens e, quando necessário, contra as imagens. Nesse sentido o último livro do Jacques Rancière, "O Espectador Emancipado", é excelente: esse espectador "alienado" não existe. Todo espectador é ativo.

IHU On-Line – De que forma essa imaterialidade influencia as práticas do trabalhador jornalista?

Ivana Bentes – O jornalista, os produtores de mídia e conteúdos sempre trabalharam com o "imaterial", produção de sentido, criação de valor, produção de "consensos" e opiniões (para o pior e para o melhor). A questão hoje é que há uma mudança, uma mutação em curso, que torna qualquer um habilitado a ocupar esse lugar dos "especialistas". A sociedade como um todo pode produzir mídia, com a universalização das técnicas, tecnologias, dispositivos outrora reservados e dominados por uma corporação. É a sociedade inteira que se apropria das tecnologias e da linguagem jornalística contra o jornalismo. Explodindo o jornalismo corporativo (ou reforçando, claro). Para mim, esta é a mudança que interessa: a apropriação tecnológica pela multidão, visando as novas lutas dentro do capitalismo cognitivo, imaterial, de produção e disputa de linguagens e processos. É a guerrilha semiótica, a disputa e a partilha do sensível pelas imagens e discursos.

Estamos numa cultura/contexto em que a metalinguagem vai se tornando um aprendizado de massas: Alice atravessou o espelho, e é para esse mundo que o trabalhador-jornalista tem que produzir, ou seja, trabalhar ironicamente pela sua "desaparição", como mediador clássico. Não se trata de nenhuma contradição. Estou diretora e sou professora de uma Escola de Comunicação, mas luto para que qualquer brasileiro possa se tornar um produtor de informação, de linguagem, de estética singular e diferenciado. Essa é a revolução digital, tecnológica, mental que interessa.

IHU On-Line – Você sempre diz que a comunicação é importante demais para ficar sendo discutida apenas por profissionais da Comunicação. A partir disso, qual foi a consistência dos debates na Confecom?

Ivana Bentes – Um dos pontos positivos da Confecom foi ter mobilizado os novos movimentos sociais que pensam a mídia e a comunicação de "fora" das corporações, e que trazem um oxigênio novo. Todo mundo quer fazer mídia, entender de mídia. A mídia somos nós, toda a sociedade, a multidão, os movimentos ligados à música, ao software livre, aos direitos autorais, às favelas e periferias. Não para reforçar discursos identitários ou de guetos, simplesmente, mas quando conseguem se colocar como produtores de subjetividade, de linguagem e exigem sua inclusão subjetiva nas mídias.


"Os cursos de Comunicação precisam dar uma virada e explodir (ou mudar) o ambiente da sala de aula tradicional"


Vi claramente muitas vezes um "confronto" entre os que só pensam a mídia e a comunicação de forma "tradicional", clássica, mídia de massa, corporativa, "profissional", e essa emergência de um zona livre, dos mídia-livristas, dos que lutam por essa inclusão subjetiva.

Os debates foram bons, às vezes tensos e muito negociados para a votação dos pontos finais. Fiquei bastante decepcionada com a atuação de algumas entidades partidárias, entidades classistas, sindicatos, federações. Vêm com um discurso muito "conservador", com práticas antigas de fazer política, que não colam mais no horizonte de uma democracia participativa e não simplesmente representativa e aparelhada.

IHU On-Line – Como a Confecom e o Fórum de Mídia livre ajudam a democratizar a comunicação em nosso país?

Ivana Bentes – Esses Fóruns e conferências são o palco das lutas do presente e são também os laboratórios de criação de futuros. Futuros imaginados, fabulados, disputados, abortados. É uma experiência extraordinária e revitalizante, apesar de todos os obstáculos eventuais com propostas extraordinárias que vão ficando pelo caminho. Para mim, são espaços para existirmos criando e fabulando, e não apenas reagindo contra o estado das coisas. Nesse sentido, o fato de serem "diretrizes", propostas, carta de intenções não diminui em nada sua efetividade. São territórios de produção de virtualidades, a maior riqueza de todas.

IHU On-Line – Você defendeu também que um novo marco regulatório deve ser criado. O que deveria constar obrigatoriamente neste documento e porque ele é tão importante?

Ivana Bentes – São todas as mudanças necessárias na atual Lei Geral das Comunicações, da década de 70, que está totalmente defasada em termos tecnológicos, conceituais, em termos de democracia. São muitas as mudanças, e uma parte delas entrou nas propostas aprovadas pela Confecom e também no Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3), bombardeado nesse momento pelas forças mais conservadoras da sociedade brasileira.


"A iconofilia pode reverter os clichês em potência e arrancar dos clichês novas virtualidades. Vivemos com as imagens e entre imagens"


As mais importantes ao meu ver: o fim da propriedade cruzada e a proibição de monopólios e oligopólios em todos os setores das comunicações; a revisão dos critérios de concessão de canais de Rádio e TV, para que não sejam outorgas vitalícias; criação de mecanismo de avaliação destas outorgas; criação de mecanismos de monitoramento dos meios de Comunicação pela sociedade (observatórios, conselhos), como qualquer outro serviço público; a elaboração de um novo marco regulatório para os trabalhadores autônomos; a democratização das verbas publicitárias e propostas de apoio e financiamento público para criação de veículos de comunicação, redes de comunicação, de interesse público/comum. Ou seja, assegurar a Comunicação como um direito para toda a sociedade, em todos os níveis (Internet, telefonia, radiodifusão etc.)

O novo marco legal para as Comunicações implica em muitas alterações de ordem jurídica, ética, técnica. É um documento complexo que terá que ser construído coletivamente, mas as principais propostas já estão aí. Recomendo a leitura do documento final da Confecom e o Programa Nacional dos Direitos Humanos.

IHU On-Line – Qual é a sua avaliação geral sobre a Confecom? Quais são os principais avanços contidos no Relatório Final?

Ivana Bentes – A Confecom é uma criação de "futuro", o que a sociedade brasileira, os movimentos sociais, os movimentos pela democratização da comunicação lutaram nesses anos todos. E que teve que se confrontar ou se aliar com outros atores sociais: setor público, empresariado etc. Esse lugar de diálogo e disputa é decisivo e tem que ter continuidade e regularidade. Vejo muitos avanços, mas são propostas que terão ainda que ser defendidas no Congresso, diante da própria sociedade como um todo para serem implantadas e cumpridas.

Algumas questões históricas foram aprovadas dentre essas diretrizes como: a universalização da banda larga no país; o fim da propriedade cruzada e a proibição de monopólios e oligopólios em todos os setores das comunicações; a elaboração de um novo marco regulatório para os trabalhadores autônomos, propostas de apoio e financiamento público para criação de veículos de comunicação que priorizem a produção das periferias, movimentos sociais, minorias; a proposta de um novo marco civil para a Internet (que já está em curso) etc. E muitas outras proposições em termos de financiamento público, jornalismo público e cidadão, democratização das verbas publicitárias públicas.

Em resumo, vejo como principal avanço a ideia de uma Comunicação pública, produzida, regulada, voltada para a radicalização da democracia neste país, para além das corporações e da mídia tradicional, e a entrada em cena de novos atores ligados à cultura digital, blogs, periferias.


"É a sociedade inteira que se apropria das tecnologias e da linguagem jornalística contra o jornalismo. Explodindo o jornalismo corporativo"


Ao mesmo tempo muitas propostas importantes não passaram, foram barradas, negociadas, o que não significa que não possam vir ser implementadas, desde que a sociedade se mobilize para isso.

IHU On-Line – Concorda que houve um boicote das grandes empresas de telecomunicações à Confecom? Por quê?

Ivana Bentes – Houve boicote de algumas emissoras de TV e entidades de classe, ligadas aos empresários da Comunicação, que se sentem ameaçados por todas as mudanças, tecnológicas, políticas, de comportamento que forçam uma mudança do negócio e democratizam a comunicação. E que não tem volta. Diferentemente dos jogos de futebol, em que o adversário não aparece, e o outro ganha por "W.O". Em inglês Walk Over, o verbo significa "to win without difficulty against", ganhar sem dificuldade. Mas as conquistas da Confecom não foram sem dificuldades, e houve ameaças e jogo pesado até o último momento, mesmo com esse W.O. das emissoras de TV, pois todas as propostas ainda terão que ser implementadas, ou seja, serão disputadas uma a uma. Tem muito jogo para se jogar.

A parte boa é que a não participação de algumas emissoras de TV, que seria uma estratégia para "esvaziar" e neutralizar a Confecom, não deu certo. O documento está aí, uma bandeira fincada e reconhecida pela sociedade e pelo governo. Outras entidades e representantes e donos de canais de TV aceitaram discutir e disputar propostas. Houve embate de posições, negociações, e o texto consensuado da Confecom é o "estado da arte" do que a sociedade brasileira, neste momento, consegui consensuar, com todas as limitações e estratégias de esvaziamento. Foi um momento histórico, vivo, vibrante das possibilidades e limites da atual democracia brasileira.


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21 de jan de 2010

PT ou PSDB faz terrorismo eleitoral?



'PT é doutor em terrorismo eleitoral', diz Sérgio Guerra (PSDB-PE).

Será mesmo senador? Com a palavra o povo pernambucano e brasileiro.

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Será que Sérgio Guerra (PSDB-PE) vai se reeleger senador?

Sérgio Guerra (PSDB-PE)
Não gosta do PT, de Lula nem de Dilma!

Por Fábio Rodrigues

Pense numa tarefa difícil foi essa que o Senador pernambucano e Presidente Nacional do PSDB Sérgio Guerra assumiu. Ser a "bucha de canhão" na briga do PSDB com PT. Como o presidenciável Serra (PSDB-SP) não quer se "queimar" perante o eleitorado apaixonado por Lula (PT) passa a bola para o partido debater.

Ai que entra a pergunta: Será que Sérgio Guerra (PSDB-PE) vai se reeleger? Pois o estado onde Lula tem maior aprovação, Pernambuco, é também o domicílio eleitoral do senador. Ele vai ter que "bater" em Lula e Dilma (PT) para tentar alavancar o Serra (PSDB).

Nesse meio de campo está arriscando perder o mandato de senador e ainda não conseguir eleger seu candidato a presidente! Pois o povo pernambucano não está gostando nem um pouco dessa forma que Sérgio Guerra trata o PT, Lula e Dilma. Em certo momento da nota a imprensa ele disse o seguinte contra Dilma: "Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método". Utiliza a mesma tática que o senador Agripino Maia (DEM-RN) já utilizou e recebeu a devida resposta de Dilma no vídeo que segue:



Leiam abaixo a nota do PSDB e a resposta do PT:

Nota à imprensa do PSDB: Dilma mente

Ministra mentiu sobre currículo, mente sobre o PAC, mente sobre sua função

NOTA À IMPRENSA

Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.

Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.

Senador Sérgio Guerra

Presidente Nacional do PSDB


Brasília, 20 janeiro de 2010

Fonte: Assessoria de Imprensa do PSDB Nacional

Nota grosseira contra Dilma revela desespero da oposição, afirmam Berzoini e Dutra

Leia abaixo nota divulgada nesta quinta-feira (21) por Ricardo Berzoini e José Eduardo Dutra - presidente atual do PT e presidente eleito -, em resposta aos ataques do PSDB à ministra Dilma Rousseff:

Em nota publicada na noite da última terça-feira (19), dizíamos que "torcemos para que o PSDB se encontre e produza um programa de governo, para que possamos ter um debate de alto nível neste ano eleitoral".

A nota divulgada ontem (20) pelo presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, mostrou que nossas esperanças eram infundadas. De forma desqualificada, vil, caluniosa e grosseira para com a Ministra Dilma Rousseff, o que merece repúdio de todos, a nota revela o desespero por que passa a oposição brasileira, incapaz de produzir um programa de governo que sensibilize os corações e as mentes dos brasileiros.

Até entendemos o desequilíbrio do senador Sérgio Guerra, que, recentemente, em entrevista à revista Veja, descuidou-se e revelou as verdadeiras intenções de seu partido em acabar com o PAC, o que deve ter lhe rendido severas reprimendas de seus pares.

No entanto, o que mais salta aos olhos é a hipocrisia do candidato de PSDB, José Serra, que ao mesmo tempo em que afirma estar “concentrado no trabalho” e que “não vai entrar nenhum bate-boca eleitoral de baixaria", usa o presidente do seu partido como um verdadeiro jagunço da política para divulgar uma nota daquele teor.

O PT reafirma que pretende fazer um debate de propostas e projetos, em alto nível, que permita ao povo brasileiro escolher o caminho mais adequado ao nosso país.

Ricardo Berzoini
Presidente Nacional do PT

José Eduardo Dutra
Presidente eleito do PT


Fonte: Portal PT


Matéria relacionada: "Lamentável, PSDB ataca Dilma com tática Agripino Maia", clique aqui.

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