30 de abr de 2009

Costa-Gavras chama Lula de "gênio" durante sabatina no Recife

Constantin Gavras ou Costa-Gavras

Do JC Online

Na tarde desta quarta-feira (29), o diretor greco-francês Constantin Gavras ou Costa-Gavras, como é mais conhecido, que está no Recife para o lançamento de seu novo Eden à l'ouest no Cine PE Festival do Audiovisual, participou de uma sabatina promovida pela Folha de S. Paulo. Desta vez a conversa foi em francês (na segunda-feira, Gavras falou com a imprensa em inglês e ontem, em espanhol), com tradução simultânea. Mais à vontade com a língua, o cineasta se soltou mais e o debate foi mais profundo que a coletiva de terça-feira. O evento, que durou cerca de duas horas foi aberto com perguntas dos três jornalistas da Folha de S. Paulo, o crítico Inácio Araújo, o editor de moda Alcino Leite Neto e a repórter Silvana Arantes. Somente depois, algumas perguntas da plateia foram feitas por escrito.

LULA

Costa-Gavras disse que durante o almoço de hoje ficou sabendo do filme que o cineasta Fábio Barreto está fazendo sobre o presidente Luis Inácio Lula da Silva. "Nós, na Europa, temos grande admiração pelo presidente Lula. Vejo que, de alguns anos para cá, a democracia vem se instalando na América Latina e a intervenção dos Estados Unidos começou a se afastar", comentou.

Gavras disse ter tomado conhecimento também da origem do presidente e fez uma comparação à história dos membros da Orquestra Criança Cidadã, composta por crianças e adolescentes do Coque, comunidade marcada pela pobreza e violência. "Nas favelas há gênios. Isso prova que os governos devem cuidar da população que está em situação de abandono", frisou. Questionado sobre o que achava do fato de estarem fazendo um filme sobre a vida do governante, Gavras disse que é preciso que a película seja "justa, sem manipulação e ideologia. Que mostre aquilo que é". E concluiu. "Acho que vai ser um bom filme".

Ainda sobre o presidente Lula, Gavras disse que durante as eleições brasileiras estava nos Estados Unidos e o que ouvia era "que o comunismo estava chegando no Brasil e que isso devia ser combatido".

TROPA DE ELITE

Gavras foi perguntado também sobre o filme Tropa de Elite, do diretor José Padilha. "Fiquei profundamente emocionado pelo filme. Para mim, falava que o poder abandonou a justiça. Dizia que a polícia podia fazer o que quiser. O poder permite que ela aja assim. É claro que os policiais se tornam fascistas, pois dizem a eles que são os salvadores da pátria. É uma mini-ditadura praticada pela polícia e que é aceita e autorizada pelo poder público", disse.

Informado sobre a reação de alguns espectadores no Brasil, que apoiavam a atuação brutal da polícia, Gavras reagiu. "Isso é grave. Se o poder deixa ao público a ideia que a solução é a polícia é muito grave. É mais grave ainda se a população se sente abandonada pelos políticos e pela justiça".

CINEMA NACIONAL

Costa-Gavras ressaltou a importância do cinema nacional. "O cinema deve ser livre. Cada país tem que ter o seu próprio. Essa é uma maneira de se conhecer, de se ver e de se apresentar lá fora. Mas o cinema nacional não pode existir sem ajuda do Estado. Não é só dinheiro, mas regulamentação que o ajude a existir".

O cineasta falou também da importância do cinema de uma maneira geral. "Acho que o cinema, desde seu nascimento, teve papel muito importante na nossa sociedade. Um papel sobre a formação da sensibilidade das pessoas. Mostra o que é invisível sem ele. Alguns dizem que o cinema é só para divertir. Sou contra. Até o cinema de diversão é político, porque impede que as pessoas reflitam", afirmou.

CINEMA & OBAMA

Gavras comentou, concordando com ele, um artigo do The New York Times que explicava como a sétima arte ajudou na eleição do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. "O cinema tinha mostrado o negro como operário ou pessoas sem condições de ocupar posições muito importantes. Mas nos últimos anos, mostrava-o em posições altas. O cinema modificou a imagem do negro na sociedade".

RODAR NO BRASIL

Constantin foi questionado se tinha intenção de filmar no ou sobre Brasil, pois já havia filmado sobre a ditadura no Chile. O diretor esteve aqui na década de 70, pesquisando para seu filme Estado de sítio. "Dava vontade de fazer um filme, mas, para isso, precisava de uma história e eu não tinha. Precisava viver no Brasil para conhecer e não tinha condições de fazer isso. Não me sinto capaz de fazer um filme aqui", justificou.

EDEN À L'OUEST

O diretor respondeu a perguntas sobre seu filme e contou algumas curiosidades. Uma das mais relevantes é em relação ao idioma falado pelo protagonista de Eden à l'ouest. Na história, Elias é um jovem imigrante que entra na Europa com o objetivo de chegar a Paris. Na saga do rapaz, ele enfrenta os dramas provocados por um continente conservador e um tanto xenófobo. O interessante é que Elias não tem uma origem definida. Ele é, simplesmente, um estrangeiro. Até um idioma foi criado para o personagem. "Não quebrei muito a cabeça. As falas são em francês ao contrário. Os atores é que tiveram uma certa dificuldade pois não sabiam o que estavam falando".

Nesta quarta-feira, ele voltou a salientar porque mescla humor ao drama do personagem. "Os outros filmes acabam transformando os imigrantes em portadores de tragédia. Por isso tratar de uma maneira tragicômica. É a história dessas pessoas, mas também de nossa sociedade e como ela reage", explicou.

Gavras revelou que Eden à l'ouest é bastante pessoal. "Conheci essa situação (a do imigrante na Europa) quando cheguei à França. Não falava bem francês. Era a descoberta de um novo mundo. Não é um filme biográfico, mas é pessoal".

Foto: Daniel Guedes/JC Online


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Fora Gilmar Mendes!

Pela Executiva Nacional do PSOL, no site do PSOL

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e sua bancada no Congresso Nacional, estão convocando a militância e povo a se manifestarem contra a atuação do Ministro do STF Gilmar Mendes a frente daquela corte, e a sua conduta reacionária, indolente, contra os movimentos sociais organizado, trabalhadores e, claramente, está ali para defender os interesses dos poderosos e criminosos que rapinam os cofres públicos.

O povo brasileiro se indigna contra Gilmar Mendes. Foi ele quem, por duas vezes, tirou da prisão o banqueiro condenado por corrupção, Daniel Dantas. Este banqueiro, amigo de políticos do PSDB e do PT, continua as suas negociatas com o dinheiro público. Mendes tem sido um dos que tenta destruir a operação Satiagraha, obra do delegado Protógenes Queiroz e que dá base para a condenação e a prisão do banqueiro-bandido. Mais uma vez a polícia federal confirma o trabalho competente de Protógenes Queiroz, quando indiciou o banqueiro Daniel Dantas por mais cinco crimes.

Entre os ministros do próprio Supremo foi dito que Gilmar Mendes destrói a justiça no Brasil. Aliás, estas foram literalmente as palavras do Ministro Joaquim Barbosa durante o conflito transmitido para todo o país. Isso já é suficiente para que Gilmar Mendes não siga à frente do Supremo Tribunal Federal. Sua continuidade neste cargo é apenas uma confirmação de que a "Justiça", neste regime político atual, está a serviço dos mais ricos e poderosos. Contra esta situação o PSOL e sua bancada no Congresso exigem a saída de Gilmar Mendes e a prisão imediata de Daniel Dantas.

GIMAR MENDES ENVERGONHA O POVO E MOSTRA-SE AVESSO A RAZÃO DE JUSTIÇA.

Manifestação: terça-feira, 05 de maio de 2009, às 14 horas

Local: em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) - Brasília


Imagem: Movimento dos Sem-Mídia



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Pressionada, filha de FHC pede demissão do Senado

Filha de FHC

Depois das denúncias de que recebia sem trabalhar um salário de R$ 7,6 mil como secretária parlamentar do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, pediu demissão do gabinete dele. Segundo a assessoria de imprensa do senador, o pedido foi feito a Fortes nesta terça (28) e prontamente aceito.

A filha do ex-presidente, que estava lotada no gabinete de Heráclito desde 2003, confidenciou que não comparecia ao local de trabalho. Em entrevista à colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bérgamo, Luciana Cardoso disse que o espaço “é um trem mínimo e a bagunça, eterna”.

Questionada na ocasião sobre o seu salário, Luciana ironizou: “Descobre aí. Sou uma pessoa como todo mundo. Por acaso, sou filha do meu pai, não é? Talvez só tenha o sobrenome errado.”

A ex-secretária parlamentar tentou amenizar na entrevista ao afirmar que trabalhava em casa cumprindo tarefas para o senador. Mas logo perdeu a estribeira ao ser questionada sobre o que fazia naquela semana: “Cê não acha que eu vou te contar o que eu tô fazendo pro senador! Pensa bem, que eu não nasci ontem! Preste bem atenção: se eu estou te dizendo que são coisas particulares, que eu nem faço lá porque não é pra ficar na boca de todo mundo, eu vou te contar?”

Após a entrevista atabalhoada, o senador Heráclito ainda declarou ao Vermelho que a filha do seu aliado não precisava dar expediente no gabinete. Segundo ele, ela trabalhava em casa organizando seus arquivos pessoais.

Nada convenceu o procurador Marinus Marsico que ingressou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando a devolução de todos os salários recebidos por Luciana Cardoso.

De Brasília,
Iram Alfaia



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29 de abr de 2009

O povo não é palhaço ...


Farra das passagens não acabou, pois sobraram muitos furos nas novas regras do Congresso

Por Fernando Rodrigues, no seu Blog

Para o internauta ficar bem informado:

Monitor de escândalos no Congresso neste ano, clique aqui.

Lista de quem viajou ao exterior de jan.07 a out.08, clique aqui.

Câmara ontem (28.abr.2009), o Senado na semana passada (22.abr.2009), decidiram, finalmente, restringir um pouco o uso de passagens aéreas por deputados e por senadores. As medidas estão sendo apresentadas para a população como um pacote moralizador. Ficam longe disso.

Na realidade, deputados e senadores só cumprem tardiamente uma obrigação mínima de estabelecer limites óbvios contra a farra nas passagens aéreas.

Mas sobraram vários problemas. Eis alguns:

1) perdão - para tudo o que aconteceu no passado. É muito difícil que alguém venha a ser punido. E não apenas para o mau uso de passagens aéreas. Alguém ainda se lembra do caso do deputado do castelo? Pois é, não aconteceu nada com ele. E o senador Tasso Jereissati que usou quase meio milhão de reais para alugar jatinhos (usando as verbas das passagens aéreas)? Não aconteceu nada com ele. E o corregedor da Câmara, ACM Neto, que foi passear no exterior com a mulher e acha que está tudo bem? Nada.

Aqui, leia a lista completa dos escândalos neste ano.

2) passagens para congressistas de Brasília - eis aí um benefício inexplicável. Deputados e senadores eleitos por Brasília recebem passagens aéreas. Para quê? Para passearem por aí. No caso dos deputados, a verba mensal é de R$ 3.764,58.

3) preço abusivo - a maior prova de que a bagunça e a má gestão continuam é o anúncio, na Câmara, de uma economia de R$ 17,9 milhões com um corte de 20% no orçamento de passagens. Se cortassem 50% ainda seria pouco, pois o cálculo usado para conceder o benefício é um despautério: não se dá 4 passagens (para deputados) e 5 passagens (para senadores) por mês. Cada congressista recebe um valor calculado pela chamada tarifa cheia (a mais cara) para viajar de Brasília (ida e volta) até o Estado de origem do político. Tome-se o caso de um deputado federal eleito por Roraima: recebe, por mês, R$ 14.989,95 para comprar apenas 4 passagens. É evidente que sobra dinheiro –quer dizer, não sobra. O deputado compra muito mais do que 4 passagens.

A regra é uma mistura de hipocrisia e má gestão – com o dinheiro do contribuinte.

O Congresso é, possivelmente, o maior comprador individual de passagens da América do Sul. São mais de 3.000 passagens por mês. Por que deputados e senadores não negociam uma tarifa especial, única e reduzida, para as viagens que fazem para os Estados? Simples, porque aí, de fato, a farra das passagens iria acabar.

4) milhagens - é falsa a noção de acabou a possibilidade de deputados e de senadores viajarem com suas famílias ao o exterior pagos com o dinheiro público. É que os congressistas ainda podem acumular para si próprios todos os créditos das milhas por viagens realizadas supostamente a trabalho e no exercício dos seus mandatos. Ou seja, no final do ano (ou até antes) poderão levar a família inteira para convescotes internacionais.

Na iniciativa privada, algumas empresas fazem acordos com as companhias aéreas para que as milhas de passagens usadas pelos seus funcionários sejam revertidas para o empregador. Outras empresas cedem aos funcionários esses créditos. São decisões corporativas, que têm custo e benefício e tomadas no âmbito da iniciativa privada. No caso do Congresso, um Poder da República, público, as milhagens estão sendo entregues aos deputados e senadores como um “fringe benefit” que eles próprios acham que devem se autoconceder. Com o dinheiro do contribuinte.

Imagine o internauta a economia para os cofres públicos se as milhagens de deputados e de senadores fossem revertidas para os cofres do Congresso.

5) transparência de araque - em fevereiro disseram que seria divulgado na internet o uso das verbas indenizatórias (os R$ 15 mil por mês a que cada deputado e cada senador tem direito). Até agora, quase nada ficou público. Uma regra obscura permite a deputados prestarem contas de uma só vez em 31 de dezembro de 2010 – até lá, muita coisa ficará em sigilo.

Agora, sobre as passagens aéreas, a promessa é divulgar tudo na internet 90 dias depois do mês no qual foram emitidos os bilhetes. Não há lógica nesse prazo tão elástico no século 21, na era da informática e da internet. É óbvio que a divulgação poderia ser diária, online. Mas aí os deputados e os senadores ficariam, como se sabe, muito expostos aos eleitores. Todos saberíamos diariamente para onde essa turminha viaja. E isso eles não querem.

Outra dúvida importante: serão divulgadas na internet as passagens emitidas por conta das milhas acumuladas pelos congressistas? Claro que não.

Enfim, como se vê, ainda falta muito para que possa se considerar bem administrado o Congresso Nacional.


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Não é só em Brasília, na Paraíba também tem farra com dinheiro público!


Por Fábio Rodrigues

Estão pensando que as formas indevidas de utilizar verbas públicas ficam restrita na capital federal! Sei que muitos já suspeitavam que nas demais casas legislativas, quer seja nas Assembleias, quer seja nas Câmaras Municipais, é só mexer que encontra coisa errada. Está no noticiário paraibano a farra dos Deputados Estaduais na Assembleia Legislativa da Paraíba.

A farra com o dinheiro público da "muda". Muda é forma como alguns políticos chamam a Máquina Pública (as casas legislativas, as Prefeituras, os Governos Estaduais, a União e seus orgãos diretos e indiretos). O dinheiro é do povo, de todos nós. E a única "muda" é o próprio povo, que não se une para fazer uma grande limpeza desses agentes políticos indevidos.

A farra que gera pobreza, violência, mendigo, traficante, bandido, estrupador, sequestrador, prostituta, exclusão social, favelas, péssima saúde, educação e segurança pública.

Tem empresários, times de futebol, produtoras de evento e muito mais.

Punição que é bom nem pensar. Quem sabe nas eleições de 2010!

Paraibano e Paraibana, em que Deputado Estadual você votou em 2006, em quem você vai votar em 2010?

Veja notícia no Portal Paraíba 1, clique aqui.



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28 de abr de 2009

Sílvio Costa chama Jungmann de ladrão na CBN nacional

Sílvio Costa (PMN-PE)

No Blog de Jamildo

Na noite de sexta-feira, em um debate com o deputado Chico Alencar, do PSOL do Rio de Janeiro, sobre a farra das passagens aéreas da Câmara dos Deputados, o deputado pernambucano Sílvio Costa chamou o colega Raul Jungmann, do PPS, de ladrão, sem circunstanciar muito o ataque.

Passou batido dos jornais, que fecham suas edições de sábado e domingo naquela hora.

Ao que parece, até mesmo da assessoria do parlamentar.

Lembra a briga de Gilmar Mendes e Barbosão. Quem cala, consente.


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27 de abr de 2009

É Dilma! É Lula! É Povo! É Luta!

Ministra Dilma

Eleição de Dilma seria simbólica para democracia brasileira, diz 'Le Monde'

Na BBC Brasil

Uma eventual eleição da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para a Presidência em 2010 seria um "acontecimento duplamente simbólico e lisonjeiro para a democracia brasileira", segundo o jornal francês Le Monde da quarta-feira.

"Imaginemos o que Dilma representa: uma mulher, pela primeira vez presidente, oito anos depois da eleição de um operário", justifica o diário.

Em um artigo que traça o perfil e a trajetória política da ministra, o Le Monde a apresenta como a ex-militante radical de esquerda que hoje tem a reputação de "dama de ferro" e que é a mais provável candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais do ano que vem.

"Você vai ouvir falar dela cada vez mais, de agora até o fim de 2010", diz o artigo. "Porque Dilma - evitemos 'Dilminha', uma intimidade da qual ela não gosta - está se tornando a grande estrela da política brasileira."

Segundo o Le Monde, os trunfos da ministra são "a inteligência, a força de trabalho e as qualidades de administradora". Mas o jornal lembra que seu "defeito" é nunca ter enfrentado uma eleição.

'Bisturi'

O diário francês afirma que para tentar superar esta desvantagem e se aproximar mais do eleitorado, Rousseff conta com os conselhos e a ajuda de Lula, e está tratando de se tornar cada vez mais conhecida. "Ela está 'metendo os pés no barro'. Há vários meses, está em uma acelerada campanha pré-eleitoral, sempre acompanhando o presidente em suas atividades oficiais", diz o Le Monde. "Muitos instrumentos do PT foram colocados à sua disposição para tramar para ela uma rede nacional."

O jornal revela ainda que a ministra passou recentemente por uma transformação em sua imagem. "Alguns cortes apropriados de bisturi rejuvenesceram e suavizaram seus traços. Ela perdeu 10 kg, adotou um penteado mais moderno e mais ruivo, e substituiu seus óculos de miopia por lentes de contato. Ela cuida melhor de sua maquiagem, sorri com mais frequência e usa palavras mais simples em público."

"O 'produto' Dilma está quase pronto para ser vendido", conclui.

O Le Monde lembra, no entanto, que apesar da imensa popularidade de Lula, a vitória de Rousseff em 2010 não está garantida. "Ela possivelmente terá como adversário um homem de peso, José Serra, governador de São Paulo e ex-rival derrotado por Lula em 2002."

Postado originalmente às 11:00 - 23/04/2009.


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O PPS presta um desserviço a sociedade brasileira

video


Por Fábio Rodrigues


O PPS não fala a verdade quando o Dep. Federal Raul Jungmann (PPS-PE) afirma que: "O governo (Lula) vai mexer na poupança, como fez o governo Collor".

Pois o Collor confiscou, sequestrou a poupança do povo brasileiro. E Lula está pensando apenas em alterar os rendimentos da poupança. O PPS poderia dizer que: Lula vai mexer no rendimento da poupança, apenas. Comparar Lula com o Collor é no mínimo hilário.

A verdade precisa ser falada com todas as palavras, sem omissão, ou sacanagem.

O povo não aceita manipulação barata, aproveitamento da desinformação.

Não aceitamos a corrupção de nossa consciência.

Veja o que o Dep. Federal Raul Jungmann (PPS-PE) diz numa resposta ao Acerto de Contas:

"Dizer que o Governo Lula mexerá na poupança como Collor não significa que ele, Lula, sequestrará a poupança como o fez Collor. Significa, aí sim, avisar corretamente aos brasileiros que as regras da remuneração da poupança mudarão, e para pior!" Clique aqui e veja matéria completa.

Postado originalmente às 21:13 - 23/04/2009.


Postagem relacionada: "E eu perguntei para o Deputado do PPS.", clique aqui.




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26 de abr de 2009

Um Equador progressista

Lula e Correa
Por Fábio Rodrigues

Os noticiários de amanhã devem indicar a vitória acachapante no 1º turno do Presidente socialista Rafael Correa no Equador. Sendo o mesmo reeleito para um mandato até 2013.

A América do Sul vive um momento onde as elites dominantes estão perdendo cada vez mais espaço no comando dos países. Pois o povo não aceita mais exploração, privatizações vergonhosas, descaso para com os que mais precisam.

A sociedade exige uma inevitável distribuição de renda, riqueza, poder e terra.

Só assim, conseguiremos caminhar para um planeta mais justo, fraterno e igualitário.

Viva ao povo do Equador. Viva a democracia. Viva a Revolução Socialista. Viva a reeleição do Correa.



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A semana severina de Gabeira

Fernando Gabeira (PV-RJ)

Na Carta Capital

Assim a “elite branca”, como definiu o ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo, ficará sem heróis. Na terra de ninguém chamada Congresso Nacional, a última bala perdida atingiu em cheio o neomoralista Fernando Gabeira (PV-RJ), porta-voz da indignação seletiva dos frequentadores dos calçadões da zona sul carioca e das ruas arborizadas de São Paulo. O deputado também cometeu o pecado venial do patrimonialismo e cedeu passagens pagas pelo Erário a parentes e amigos.

Preso à personagem (quem não se lembra do telecatch com um segurança do Congresso quando, ao lado do colega Raul Jungmann, o parlamentar tentou invadir a sessão que tratava da cassação do senador Renan Calheiros?), Gabeira não teve outra saída a não ser autoimolar-se em praça pública. Reconheceu o erro, declarou-se envergonhado e prometeu iniciar uma cruzada (Deus tenha piedade dos cruzados brasileiros) para moralizar o Parlamento. Recebeu, em troca, a condescendência que a mídia não tem dispensado a outros deputados e senadores que cometeram falhas tão ou menos graves.

Quem saboreou o gosto frio da vingança foi o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). Em 2005, quando Severino elegeu-se presidente da Câmara, após uma articulação nos bastidores comandada por Fernando Henrique Cardoso, Gabeira fez um discurso à medida do intelecto do eleitor zona sul. “A sua presença na presidência da Câmara é um desastre para o Brasil e para a imagem do País”, bradou o parlamentar do PV. Hoje prefeito de João Alfredo, no interior de Pernambuco, Severino afirmou à revista eletrônica Terra Magazine: “A sociedade fica bajulando ele. Esta sociedade é que não está bem. Ele merecia o desprezo”.

Clique aqui e veja outra postagem sobre o Gabeira.


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Ministro do STF Joaquim Barbosa: um Homem de posicionamentos fortes.

video

Por Fábio Rodrigues

Ministro do STF Joaquim Barbosa para o Ministro Presidente do STF Gilmar Mendes: “Vossa excelência não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso. Vossa excelência quando se dirigir a mim, vossa excelência não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite. Respeite.”

O Povo vibra com esse discurso do Ministro Joaquim Barbosa.

Perguntar não ofende!

Quem não estava doidinho para que alguém falasse isso por Ministro Gilmar?

Postado originalmente às 22:13 - 22/04/2009.


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Berzoini anuncia ação contra propaganda alarmista e mentirosa do PPS na TV

Ricardo Berzoini (PT-SP)
No portal do PT

O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), repudiou nesta quinta-feira (23) o boato que vem sendo espalhado pelo PPS, em inserções na televisão e no rádio, de que o governo Lula vai mexer na caderneta de poupança, como fez o governo Collor em 1990, confiscando depósitos. “Ao manipular informações com o objetivo de alarmar as pessoas, o PPS age como uma sublegenda dos neoliberais tucanos e a serviço do governador de São Paulo, José Serra. O PPS utiliza de forma indevida o horário partidário no rádio e televisão para espalhar o pânico”, disse Berzoini.

A assessoria jurídica do PT vai encaminhar um questionamento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as inserções do PPS. “A utilização do horário eleitoral de modo indevido prejudica uma conquista democrática. É inadmissível que o PPS utilize o espaço reservado aos partidos como está fazendo, manipulando informações”, disse o presidente do PT.

Segundo ele, o PPS, sob a gestão do ex-senador Roberto Freire (PE) está “cada vez mais alinhado à direita brasileira, servindo de instrumento de ataque a um governo de enorme popularidade, especialmente em Pernambuco”, de onde é o dirigente do PPS. Berzoini também estranhou o fato de Freire ser conselheiro da EMURB (empresa municipal de urbanização) e da SP Turismo, da Prefeitura de São Paulo, “sem ter nenhuma relação histórica com as empresas ou o próprio estado”.

Constituição

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) aconselhou aos membros do PPS lerem a Constituição Federal que, no artigo 62, parágrafo primeiro, inciso II, proíbe claramente qualquer tipo de confisco financeiro, como fez o Governo Collor em 1990. “Por má-fé, o PPS , no afã de se mostrar simpático ao governador José Serra (possível candidato tucano à presidência da República em 2010) está propagando uma calúnia”.

Ele observou que a propaganda do PPS é feita pelo deputado Raul Jungmann (PPS-PE), que “está agindo como um ventríloquo tucano. É uma enorme irresponsabilidade espalhar um boato que mexe com todos os brasileiros.” Para Ferro, o PPS também é agremiação que age como instrumento do PSDB, com o qual atua como sublegenda.

O deputado Eduardo Valverde (PT-RO) analisa que o boato espalhado faz “terrorismo com a população brasileira”, ao incutir na mente das pessoas que poderia haver “um sequestro da poupança, como fez o governo Collor. Ele também frisou que a Constituição brasileira é clara na proibição a este tipo de medida. “Podemos tranquilizar a população de que o presidente Lula não vai mudar as regras da poupança para causar prejuízos aos pequenos poupadores”, disse Valverde.


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E eu perguntei para o Deputado do PPS.

Bate-papo online

Por Fábio Rodrigues

Hoje pela manhã (24/04/2009) participei do bate-papo promovido pelo Acerto de Contas com o Deputado Federal Raul Jungmann (PPS-PE).
Veja minha pergunta pra ele:

Fábio Rodrigues:

Bom dia Bahé, Pierre, Dep. Jungmann e demais participantes desse bate-papo.

Dep. Jungmann, por que você fez esse programa da poupança para confundir a população brasileira, dando um mesmo tratamento para ações do Lula e do Collor?

Você ainda acredita que o povo não sabe pensar, ou ter uma opinião crítica. O povo não aceita manipulação barata, aproveitamento da desinformação.

Não aceitamos a corrupção de nossa consciência.

Abraço.

Olhem a resposta:

Raul Jungmann:

Fábio,

Eu afirmei que o governo Lula ia mexer na popança. E vai. Como fez o governo Collor. Agora, reduzindo o rendimento das cadernetas. Não me referi a confisco. Isso é má consciência do governo. Que poderia resolver essa questão de outra maneira. E não fazendo o poupador pagar a conta.


Perguntar não ofende!
Quem viu o Deputado Federal Raul Jungmann (PPS-PE) dizendo no programa do PPS que a alteração seria "reduzindo o rendimento das cadernetas"?
Vejam novamente a postagem que coloquei o vídeo do programa do PPS, e em nenhum momento tem a seguinte citação: "reduzindo o rendimento das cadernetas", clique aqui.

Veja o bate-papo completo clicando aqui.

Postado originalmente às 18:30 - 24/04/2009.



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24 de abr de 2009

Tapando a crise com a peneira

A peneira
GILMAR vs. BARBOSA

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa

Os jornais engrossam o esforço para minimizar as conseqüências do grotesco bate-boca protagonizado na quarta-feira (22/4) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o ministro do STF Joaquim Barbosa.

A imprensa tenta esclarecer as divergências que democratizam o plenário da corte suprema, traçando os perfis dos magistrados, suas origens e tendências políticas, mas dá amplo espaço para declarações segundo as quais não há uma crise no STF.

É como se o Brasil oficial, aquele que preenche a agenda política e alimenta o noticiário com suas declarações e querelas, pretendesse criar um limite para o que o público pode ou não pode saber sobre os bastidores dos poderes da República.

Acontece que o episódio foi transmitido pela TV Justiça, ao vivo, e, capturado por internautas, está disponível para quem queira assistir. Mas recomenda-se tirar as crianças da frente do computador. O espetáculo não homenageia as instituições democráticas.

O Globo, que ultimamente tem aplicado certo humor de gosto duvidoso sobre temas de alta gravidade, saiu para o lado da galhofa. O texto em questão, que ocupa uma página inteira, compara a discussão entre os magistrados a uma briga de rua. Mas, no meio da blague, o autor do texto observa que a referência de Barbosa a supostos "capangas" de Gilmar Mendes produz "uma boa linha investigativa".

Está aí, de fato, uma pauta que atiça a curiosidade dos leitores. Mas será que os jornais vão se interessar?

Maior apoio

E o que há por trás do desentendimento entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, personagem corriqueira na mídia, e o ministro que se notabilizou por aceitar a denúncia contra os acusados do escândalo chamado de mensalão? Segundo revelam os jornais, além de desentendimentos pessoais de longa data, entre os quais despontam certas referências étnicas, os dois magistrados sustentam no plenário pesadas divergências de fundo doutrinário.

O ministro Joaquim Barbosa, primeiro e único representante de afrodescendentes a chegar ao Supremo Tribunal, defende a atuação agressiva da Polícia Federal e do Ministério Público nos crimes de colarinho branco. O presidente da corte, ministro Gilmar Mendes, manifesta-se publicamente contra o que chama de abusos nas investigações, e tem tomado decisões controversas em pedidos de habeas corpus de réus de grande repercussão.

Discretamente, a imprensa pende em favor de Gilmar Mendes, mas Joaquim Barbosa parece contar com maior apoio do público.

A crise que a imprensa tenta abafar não deixa de existir se sair do noticiário.



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23 de abr de 2009

Os valores do PPS

Raul Jungmann PPS/PE

Por Gleber Naime, no Portal do PT

Num dos comerciais de 30 segundos que começaram a ser veiculados pelo PPS na terça-feira (21), o deputado Raul Jungmann – fiel parceiro do desgoverno FHC nos anos de privataria generalizada, desmonte do Estado e desemprego em massa – desfralda mais uma vez a bandeira da “ética” na política e informa aos telespectadores: “Nosso apego é a valores e princípios”.

Quais são os valores e princípios do PPS, que se auto-intitula “um partido decente”? Seriam os de seu presidente, o ex-deputado Roberto Freire, aquele que, mesmo morando em Recife (PE), foi flagrado recebendo R$ 12 mil mensais da prefeitura de São Paulo, a título de suposta participação em dois conselhos municipais da gestão Serra/Kassab?

As peças publicitárias não esclarecem, mas deixam no ar a impressão de que o PPS se move tendo por princípio a demagogia e por valor a máxima do velho Chacrinha, aquele que veio para confundir, não para explicar.

O PPS, de forma bem indecente, usa os comerciais de rádio e TV para fazer duas graves acusações ao governo Lula. Na primeira, Jungmann diz: “Agora, o governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”. Na outra, uma atriz disfarçada de povo ataca: “A campanha política só começa em 2010, mas o próprio governo já lançou sua pré-candidata e está fazendo campanha com o nosso dinheiro”. Pelas duas inverdades, o PT acionou sua assessoria jurídica e solicitará na Justiça Eleitoral a cassação dos horários do PPS no segundo semestre, conforme prevê a legislação.

A fala de Jungmann é a mais infame, porque cumpre o claro objetivo de espalhar o pânico entre a população, insinuando que o governo estaria disposto a confiscar os recursos de quem deposita seu dinheiro na Poupança, como fez o ex-presidente Fernando Collor de Melo, em 1990.

Trata-se de uma ilação irresponsável e criminosa. Jungmann e todo o PPS sabem que não existe a menor possibilidade de isso ocorrer. O que o governo estuda – e isso já ficou claro inclusive em declarações do próprio presidente – são medidas que, ao mesmo tempo, protejam quem aplica suas economias na Caderneta de Poupança e garantam o equilíbrio do sistema financeiro contra eventuais distorções num ambiente de queda de juros. Em nenhum momento se falou em mexer nos rendimentos de pequenos poupadores, e menos ainda em confisco.

A outra acusação beira o ridículo. O governo não faz campanha com dinheiro público. O governo governa com o dinheiro público. O espanto do PPS talvez se deva ao fato de eles não estarem acostumados a tanto, pois foram e continuam sendo aliados do consórcio PSDB-DEM – aquele que quebrou o país três vezes, entregou o patrimônio nacional a preço de banana e fez não se sabe o quê com o dinheiro.

O mais incrível é que, enquanto acusa o governo de antecipar a campanha eleitoral “com o nosso dinheiro”, o PPS usa duas das quatro inserções para fazer justamente aquilo que supostamente condena, ou seja, colocar o processo sucessório no centro do debate. Em uma delas, Roberto Freire anuncia: “O PPS quer organizar um bloco oposicionista (...), escolhendo um candidato para que, em 2010 (...) apresente uma alternativa para todos nós”. Em outra, a apresentadora Soninha Francine completa: “Em 2010 vamos fazer parte dessa grande aliança em torno de um candidato forte da oposição que ta governando, e não fazendo campanha”.

À falta de um projeto para apresentar à nação, o Partido Popular Socialista (que de socialista não tem nada, e de popular menos ainda) acaba não só caindo em contradição como revelando que a “decência” está longe de ser o seu forte.

Gleber Naime é secretário nacional de Comunicação do PT



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Joaquim Barbosa é o "cara".

Ministro Joaquim Barbosa

Estou com Barbosa e não abro… Apoie você também

Por Marco Bahé, no Acerto de Contas

As palavras do ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, ontem, dão esperanças ao povo brasileiro. Enfim, um homem sério no Judiciário se pronuncia contra a aberração ética, moral e jurídica que é o senhor Gilmar “Dantas” Mendes. O blog está lançando um abaixo-assinado online em apoio a Joaquim Barbosa. Assine você também.

Gilmar conseguiu arrancar, ainda ontem, a assinatura de apoio de oito dos 11 ministros do STF. Foi uma carta curta que diz o seguinte: “Os ministros do Supremo Tribunal Federal que subscrevem esta nota, reunidos após a sessão plenária de 22 de abril de 2009, reafirmam a confiança e o respeito ao senhor ministro Gilmar Mendes na sua atuação institucional como presidente do Supremo, lamentando o episódio ocorrido nesta data.”

Só não assinaram Ellen Gracie (que estava ausente) e o próprio Joaquim Barbosa, obviamente.
A sociedade brasileira precisa responder a isso. Se a maioria do STF está com Gilmar Mendes, estou certo de que a parcela esclarecida da sociedade está com Joaquim Barbosa.

Assinem o manifesto e encaminhem para todos que vocês conhecem. O texto é curto e grosso:
“Se você concorda com o ministro Joaquim Barbosa e acha que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, está “destruindo a credibilidade do Judiciário” e que ele deveria ’sair às ruas’ para julgar de acordo com as necessidades do povo brasileiro e não em favor das elites, assine este manifesto de apoio.”

Como diria Dante, na Divina Comédia: “Os lugares mais quentes do inferno estão reservados àqueles que se omitiram num momento de crise.”


Não se omita!

————————————–
PS: Só fiquei sabendo depois de iniciada a coleta de assinaturas. O site Ipetition, que oferece o serviço de abaixo-assinado online gratuitamente, pede por uma doação após o seu voto. Quero esclarecer que a doação não é obrigatória e que sua assinatura é computada de primeira, independetemente de querer ou não realizar a doação ao Ipetition posteriormente. Quem não estiver interessado em doar, basta fechar a janela quando essa mensagem aparecer.



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O que é isso Presidenciável?

Deputado Federal e Presidenciável Ciro Gomes (PSB-CE)

Com palavrões, Ciro contesta informações sobre viagem da mãe

No Congresso em Foco

Deputado do Ceará afirma que bilhete para Nova York foi pago com recursos próprios. Em conversa com jornalistas, xingou responsáveis pela lista de usuários das cotas parlamentares

O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) contestou hoje (22) a informação de que cedeu passagens da cota parlamentar para a mãe dele, Maria José, viajar ao exterior. Em nota à imprensa, o parlamentar confirmou a viagem, mas disse que ela pagou o bilhete. Numa conversa com jornalistas, Ciro usou expressões como “filho da puta” e “caralho” ao ser perguntado sobre as passagens.

As contestações sobre a viagem da mãe começaram num discurso no plenário. “Uma mentira grosseira, leviana, envolvendo o nome da minha mãe octogenária. No meu gabinete só quem usa cota para passagens sou eu”, afirmou.

No discurso, o deputado citou o Congresso em Foco entre os veículos que noticiaram a emissão de passagens para a mãe dele. Em determinado momento, questionou se a imprensa estava trabalhando contra a democracia.

Depois de terminar o discurso, Ciro entrou na sala do cafezinho. A reportagem do site o seguiu para pedir mais detalhes sobre a cota de passagens parlamentar. Aos berros, o deputado disse querer saber quem era o “filho da puta” que havia envolvido o nome dele no escândalo.

“Só eu viajo com a cota, e agora me vejo jogado numa lista? Quem fez essa lista?” Uma repórter da Folha de S. Paulo disse que o levantamento era do Ministério Público, e o deputado gritou: “Ministério Público é o caralho. Pode escrever aí. Ciro diz: Ministério Público é o caralho”.

Quando o deputado parecia mais calmo, a repórter do Congresso em Foco tentou obter mais explicações sobre as passagens. Ciro olhou o crachá da jornalista e perguntou: “Você é do Congresso em Foco?”. Ao ouvir a resposta afirmativa, o deputado cearense disse que respeitava o site pelo acompanhamento das atividades do Congresso.

A repórter agradeceu, mas Ciro repeliu o gesto. “Eu não disse que respeito você. Eu disse que respeito o site. Você eu não conheço, nunca a vi aqui. Respeito você porque tenho que respeitar, como respeito a qualquer um”.

Contatos

Antes de publicar a lista dos usuários das cotas parlamentares, o site procurou o deputado Ciro Gomes e sua assessoria durante dois dias. No domingo, tentou o contato por telefone, com os assessores, e encaminhou e-mail. Na segunda-feira, novo contato com o gabinete.

A assessora parlamentar Marina Moura disse que, em resposta, encaminharia ao site uma justificativa que o deputado havia dado antes à Folha de S. Paulo. O e-mail, no entanto, não chegou. A reportagem tentou vários contatos no celular da assessora, mas não houve retorno.

O e-mail com a justificativa só foi encaminhado novamente na quarta-feira (22), às 13h22, no momento em que Ciro discursava na Câmara. Minutos antes, o deputado havia telefonado para um dos autores da reportagem contestando a inclusão de seu nome na lista dos parlamentares que usaram a cota da Câmara para pagar viagem de parentes. Ciro disse que havia devolvido R$ 189 mil à Câmara referentes a créditos não utilizados de sua cota de passagens aéreas nos últimos dois anos.

Leia a seguir a nota à imprensa distribuída por Ciro Gomes.

"Senhores editores e repórteres,

A propósito da matéria "Maioria da Câmara usou cotas para voos ao exterior", publicada hoje (22) no site Congresso Em Foco, venho, indignado pela infâmia envolvendo o meu nome e o de minha mãe, esclarecer que:

1. É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York em abril de 2008 com verba da Câmara dos Deputados; Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem. Nessa mesma viagem, fui representando a Câmara dos Deputados (viagem devidamente autorizada pela Presidência da Casa) no encontro anual da Câmara de Comércio Brasil - Estados Unidos;

2. É ainda mais grave a publicação de que minha mãe também teria viajado a Nova York em dezembro de 2007. Não houve compra de passagem para o exterior com verba da Câmara nem muito menos minha mãe viajou no referido mês.

3. Da verba de Passagens aéreas de que dispõe meu gabinete, economizei para os cofres públicos mais de R$ 189.000,00 (cento e noventa e nove reais) nos dois anos e 4 meses em que exerço o mandato de deputado.Tais recursos retornaram ao poder público, ao fim de 2007 e ao fim de 2008.

4. Reforço a importância de um maior cuidado na apuração jornalística - prática que nós sabemos, o Congresso em Foco imprime na sua política de trabalho - a fim de que outras "listas" não venham prejudicar a imagem daqueles que zelam pelo seu mandato, e principalmente, tratam com seriedade a coisa pública.

5. Também deixo clara a minha disposição de levar à Justiça os responsáveis pela divulgação desta lista difamadora.

Rogo, em atenção aos seus leitores e em respeito mínimo à minha dignidade, publicar este esclarecimento com o devido destaque.

Ciro Gomes"


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Manchetes dos jornais: Congresso veta ''farra'' de viagens, mas dá anistia


No Congresso em Foco

O Estado de S. Paulo

Congresso veta "farra" de viagens, mas dá anistia

Oito anos e nove meses depois de ter baixado um ato da Mesa (nº 42/junho de 2000) sobre a cota mensal das passagens aéreas para os deputados, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), finalmente criou uma regulamentação que deixa claro que as passagens são para os parlamentares e não podem ser usadas pelos parentes (veja quadro).

Temer regulamentou ontem um ato que era dele mesmo e em 2000 autorizava o vale-tudo com as passagens pagas com dinheiro público - o deputado também presidiu a Casa de 1997 a 2001. Logo em seguida, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), avisou que a Casa acompanharia a decisão da Câmara.

Além da proibição de viagens de parentes, outras medidas comuns tomadas pela Câmara e pelo Senado foram a divulgação na internet das passagens usadas na cota, a necessidade de autorização específica para voos de assessores no País e dos parlamentares ao exterior e o fim da possibilidade de acumular créditos. O Senado ainda extinguiu cotas suplementares para os membros da Mesa e líderes.

Depois de anunciar a decisão, Temer foi ao plenário e anunciou uma "anistia" para todos os abusos cometidos até ontem. A nova regra vale apenas daqui para a frente.



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22 de abr de 2009

"Mentir na tortura não é fácil". - Ministra Dilma

Por Fábio Rodrigues

Esse vídeo é excepcional, atemporal, um momento ímpar da Ministra Dilma respondendo ao Senador José Agripino Maia (DEM-RN) na Comissão de Infra-Estrutura do Senado.

"Na democracia se fala a verdade". - Ministra Dilma.

Sempre é bom lembrar de qual lado nossos representantes estiveram ou estão.

Postado originalmente às 23:13 - 06/04/2009.



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Severino Cavalcanti fala sobre uso das passagens por Gabeira

Severino Cavalcanti

No Blog do Mello

O Blog do Mello entrevistou com exclusividade o ex-deputado, presidente da Câmara dos Deputados e atual Prefeito de João Alfredo, município do estado de Pernambuco, Severino Cavalcanti, para saber o que ele tem a dizer sobre o mais recente escândalo da Câmara, especialmente em relação ao deputado Fernando Gabeira:

Sabe o que acontece? Eu não gosto de pisar em ninguém que está por baixo. Ele agora está sendo humilhado por ele mesmo. Eu vou preferir deixar passar a pose dele, ele repor o dinheiro que recebeu... É melhor eu não declarar nada agora não.(...) Isso aí você pode até dizer com relação a Gabeira, dizer que eu disse que ele não tem autoridade pra criticar ninguém. Porque até hoje eu estou...não tive nada... quando eu era presidente da Câmara, nunca dei passagem pra ninguém não. As passagens minhas quem gastava era eu, porque eu usava as passagens pra visitar minhas bases. Eu estava aqui: todo final de semana eu vinha pra Pernambuco. Ele que era o paladino, não podia nunca fazer isso, se mandar para a Europa...


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Até tu Gabeira?

Fernando Gabeira (PV-RJ)

'Eu arranhei minha imagem propositalmente', diz Gabeira
Deputado se antecipou e admitiu ter usado passagens para familiares; ele espera Mesa decidir sobre devolução

Por Luciana Nunes Leal - Agencia Estado

BRASÍLIA - O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que usou cota de passagem aérea para pagar uma viagem ao exterior de uma de suas filhas, disse nesta quarta-feira, 22, que aguarda uma posição da Mesa Diretora da Câmara para decidir sobre o ressarcimento ou não da despesa. O deputado disse que está fazendo um levantamento para verificar se houve outros gastos de sua cota para financiar vantagens de parentes. Questionado se sofreu desgaste com o episódio das passagens, Gabeira respondeu: "eu arranhei minha imagem espontaneamente. Eu me arranhei propositalmente", numa referência ao fato ter se antecipado e feito um levantamento de todos os gastos.

O deputado reconheceu que tem recebido muitas críticas pela internet. "A gente passa por um pelotão de fuzilamento. Mas não é o primeiro, nem o ultimo", afirmou. Gabeira conversou com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), na manhã de hoje e prometeu apresentar em dez dias à Mesa Diretora uma proposta para a economia de gastos da Câmara.



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Abusaram não Ministro Múcio. Isso é uma falta de absurdo!!!

Ministro José Múcio

Para Múcio, deputados não abusaram do uso passagens porque não havia regras

No JC Online

O ministro de Relações Institucionais, José Múcio, disse nesta quarta-feira (22) que os deputados federais não abusaram da cota de passagem aérea, porque não existia limite para o uso dela.

Denúncias recentes mostram que os parlamentares teriam usado a cota para emitir bilhetes aéreos a parentes e terceiros, como artistas.

“Não houve exagero, porque não havia regras, limites. Disso tudo, vamos tirar uma coisa muito boa: regras, limites. O honesto quer saber o que pode para não entrar no campo do imoral”, afirmou Múcio.

O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), anunciou hoje que, a partir de agora, as passagens aéreas são restritas aos parlamentares e somente para vôos nacionais. Os gastos serão publicados na internet.

Ao ser questionado sobre o fato de ter usado passagens da cota depois de ter se licenciado da Câmara, Múcio voltou a justificar que os bilhetes eram referentes a crédito restante que não havia sido usado quando estava no Legislativo. Não significa, segundo ele, passagens novas. “Acho que toda crise gera uma purificação. Vamos resolver algumas coisas que estavam embaixo do tapete e devem ir para a sala”, acrescentou.

Em relação ao reajuste de salário para os deputados, o ministro defendeu o fim da verba indenizatória e um salário “compatível” para os parlamentares, mas evitou mencionar valores.

“Sempre fui contra a verba indenizatória. Verba indenizatória na mão do bem intencionado é usada dentro dos preceitos pré-estabelecidos. Na mão de quem não quer seguir as regras, pode dar margem a cometer algum delito que contamina o resto. É hora de fazer uma grande discussão, botar salário mais compatível”, argumentou.

Foto: site da Câmara dos Deputados


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'Farra de passagens' atinge líderes da Câmara


Deu na Folha de S.Paulo deste domingo

Registros de companhias de aviação obtidos pela Folha revelam que caciques da Câmara dos Deputados, como dirigentes e líderes partidários, financiaram dezenas de viagens ao exterior de familiares e amigos. Entre os quais, os presidentes nacionais do PT, Ricardo Berzoini (SP), e do DEM, Rodrigo Maia (RJ).

Constam da lista também nomes como Ciro Gomes (PSB-CE), ex-candidato ao Planalto; José Genoino (PT-SP), ex-presidente do PT; Armando Monteiro Neto (PTB-PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria; Eunício Oliveira (PMDB-CE), ex-ministro das Comunicações; e Vic Pires (DEM-PA), ex-candidato a corregedor da Câmara.

A maioria dos deputados ouvidos pela reportagem justificou os bilhetes aéreos para os parentes alegando que o regimento interno da Casa não proíbe a prática. Os destinos mais recorrentes são cidades badaladas do turismo internacional, como Nova York, Paris, Madri, Miami, Frankfurt, Buenos Aires e Santiago.

O presidente do PT, por exemplo, emitiu em dezembro de 2007 um bilhete para a capital argentina para sua filha Natasja Berzoini. Procurado pela reportagem, não ligou de volta.

Já Rodrigo Maia, além de ter levado a mulher e a filha para Nova York (EUA), bancou também uma passagem aérea para sua prima Anita para o mesmo destino. "Ela foi resolver um problema particular de saúde", disse o presidente do DEM.
Maia reconheceu que a viagem a Nova York foi a turismo. Ele levou a mulher também a Paris, mas disse que foi em missão oficial a Londres, com escala na capital francesa.

Genoino, que deixou a presidência do PT na esteira do escândalo do mensalão, em 2005, usou passagens para ele, a mulher e o filho para Madri.

Ciro Gomes emitiu duas passagens para Nova York, uma em dezembro de 2007 e a outra em abril do ano passado, para sua mãe, Maria José Gomes. Procurado pela reportagem, Ciro não ligou de volta.

Vic Pires, por sua vez, não se limitou a usar a cota aérea apenas para familiares, tendo agraciado até o namorado de sua filha com uma viagem a Miami.

Monteiro Neto emitiu bilhetes para a mulher, a filha e o filho para lugares distintos: Santiago, Madri e Buenos Aires.
O ex-ministro Eunício Oliveira bancou com recursos da Câmara, em setembro do ano passado, passagens para Miami para a mulher e a filha.

O líder do PP na Câmara dos Deputados, deputado Mário Negromonte (BA), levou para Nova York cinco familiares.
"Eu fiz economia nesses trechos [para sua base eleitoral]. Deixei de viajar, usei milhas, viajei de madrugada com passagens mais baratas. As viagens [a Nova York] foram com essa diferença", diz. "Se fosse proibido, a Casa não permitiria."

O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), vice-líder do partido na Câmara, viajou com a mulher e o filho para Paris e Londres. Disse que foi em missão oficial para a capital inglesa, passando por Paris. "Não há nada de errado nisso. Se a Câmara mantiver a possibilidade de levar parente, vou continuar levando minha mulher. E se eu achar importante, também levarei meu filho", disse Aleluia.

Na última quinta-feira, após uma sucessão de escândalos relacionados às cotas aéreas, Câmara e Senado divulgaram normas para delimitar o uso do benefício. Cada deputado tem direito, mensalmente, a uma verba para a compra de passagens de acordo com seu Estado de origem. O ato da Câmara que trata do assunto, de 2000, é omisso em relação às viagens ao exterior. Nas medidas anunciadas na semana passada, os deputados não fazem referência a essas viagens.

A Procuradoria da República no Distrito Federal, que investigou o uso das cotas em 2007 e 2008, enviou ofício à Câmara na semana passada citando "inúmeras irregularidades" no uso do benefício, como "uso de passagens para o exterior não relacionado a missão oficial". O Ministério Público sugere que não sejam emitidos bilhetes "em nome de terceiros", medida não acatada pela Câmara.

Fonte: Blog de Jamildo

Postado originalmente às 13:03 - 19/04/2009.



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"Não julgue um livro pela capa. Aprenda primeiro a ler o que tem dentro".



Por Jamildo, no seu Blog

A desempregada escocesa Susan Boyle emociona cantando "I Dreamed a Dream", do musical Os Miseráveis, no programa de calouros Britain’s Got Talent. Já virou hit no YouTube com quase 30 milhões de acessos. Veja acima a versão legendada.

Postado originalmente às 11:13 - 21/04/2009.


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PSOL de Pernambuco tenta justificar o injustificável.

Os corruptos e a tática da lama no ventilador

Por Edilson Silva, no Blog de Jamildo

O PSOL é um partido que tem se esforçado para colocar-se ao lado do povo na luta por uma sociedade melhor. Nesta batalha, atuamos buscando construir um projeto popular alternativo para o nosso país, de esquerda, articulado com os movimentos sociais, com os setores progressistas da sociedade. Dentro deste projeto, a luta contra a corrupção tem lugar de destaque, sendo uma das principais bandeiras políticas do PSOL.

É exatamente por isso que nosso partido é fiscalizado com lupas por todos aqueles que querem colocar um sinal de igual entre todos os atores que atuam no universo da política institucional, numa tática que visa criar uma desmoralização generalizada e uma sensação de impotência na população, deixando-a a mercê da privatização pura e simples do fazer político.

É esta tática que está em andamento há alguns meses com mais força. Chico Alencar, deputado federal do PSOL do Rio de Janeiro, colocou em sua prestação de contas do mandato, na internet, a contratação de assessoria na área de direito ambiental com um dos maiores especialistas na área, o advogado e ex-deputado federal e hoje vereador de Fortaleza pelo PSOL, João Alfredo. O contrato, de pouco mais de R$ 2 mil por mês, que foi administrado por cerca de dois anos, dentro da lei, dentro das políticas desenvolvidas pelo mandato (defesa do meio ambiente), e que foi publicado pelo próprio Chico Alencar em seu site, está sendo malandramente usado por parte da mídia como caso de mau uso de verbas públicas.

Caso semelhante é o de Luciana Genro, deputada federal gaúcha do PSOL. Usou a sua cota de passagens aéreas na Câmara para pagar passagens do delegado Protógenes Queiroz proferir palestras no Rio Grande do Sul, debates sobre a corrupção, um dos temas caros de seu mandato. A mídia, ou melhor, a grande mídia, está em cima comparando Protógenes com Adriane Galisteu e outros artistas que utilizaram a cota de deputados para animar camarotes em carnavais privados.

Enquanto isto, Daniel Dantas segue solto e recuperando gradativamente seus bilhões que foram bloqueados pela justiça via Operação Sathiagraha. Aos poucos, o escândalo da Camargo Correia vai se diluindo em meio a passagens aéreas de deputados.

A deputada Luciana Genro, uma jovem de convicção inquebrantável, deu o recado do PSOL de forma curta e grossa: "*Uso e sempre usarei a estrutura do meu mandato para fortalecer a luta contra a corrupção*". O PSOL nunca se intimidou e não se intimidará com esta campanha. Vamos continuar desafiando os poderosos de plantão, seus podres poderes, seu estado senil e sua corrupção incurável.

Presidente do PSOL/PE


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21 de abr de 2009

Quem disse que Aécio desistiu da Presidência em 2010?

Aécio e Geraldo


OURO PRETO
Governador aproveita solenidade da Inconfidência Mineira para fazer despedida

Aécio preferiu pronunciamento mais emotivo e moderado às críticas ao governo federal que marcaram discursos nos eventos anteriores

Por Marina Schettini, no Jornal O Tempo

Contrariando o estilo político das versões anteriores da entrega da Medalha da Inconfidência, com discursos recheados de cobranças ao Executivo federal, o governador Aécio Neves (PSDB) aproveitou a solenidade de comemoração da Inconfidência Mineira, em Ouro Preto, nesta terça-feira para fazer seu discurso de despedida.

Ao invés das críticas à administração federal, principalmente em relação à necessidade de formulação de um novo pacto federativo, Aécio preferiu um pronunciamento mais emotivo e moderado, no qual destacou que era seu último discurso no comando da solenidade.

"Ao presidir, pela última vez, esta celebração em que reverenciamos os valores herdados dos nossos antepassados, o faço com a mesma emoção e o mesmo sentimento com que compartilhei pela primeira vez com os mineiros a liturgia desta cerimônia", disse.

"Procurei, a cada segundo dos últimos anos, honrar a nossa bandeira, a bandeira sob a qual nos reunimos aqui hoje", acrescentou, durante o pronunciamento. Para concorrer a qualquer cargo eletivo nas próximas eleições, tanto ao de presidente quanto senador, Aécio precisa deixar o Palácio da Liberdade até o fim de março de 2010.

Em um discurso carregado de menções à história, o governador não citou o pleito do ano que vem, mas defendeu bandeiras sociais e ressaltou a "responsabilidade que tem junto aos brasileiros". "Mineiros, temos compromissos com o Brasil e o dever de cumpri-los. É hora de reunirmos, a nação inteira, para a tarefa de promover as mudanças corajosas que a realidade exige. Essa tarefa ainda se encontra inconclusa", disse.



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Comissão do Senado proíbe outorgas a parlamentares

Por Mariana Martins, no Observatório do Direito à Comunicação

Um novo capítulo na história das relações entre parlamentares e concessões públicas de rádio e TV entrou no ar. No último dia 7, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou parecer que considera ilícita a aprovação de outorgas de radiodifusão a concessionários que possuam deputados e senadores entre seus proprietários, controladores ou diretores. O parecer, dado pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS), respondeu a um requerimento de interpretação do Art. 54 da Constituição Federal feito pelos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Tião Viana (PT-AC) e Heloísa Helena (PSOL-AL) em 5 de julho de 2006.

O requerimento, segundo o senador Eduardo Suplicy, foi motivado por matérias publicadas pelos jornais O Globo e Folha de São Paulo daquela semana. As reportagens repercutiram, respectivamente, os dados de pesquisa sobre parlamentares radiodifusores realizada pelo Instituto Projor (entidade mantenedora do site Observatório da Imprensa) e coordenada pelo professor Venício A. Lima, em 2005, e o pedido do governo federal ao Congresso Nacional de devolução de 225 processos de renovação de concessões de rádio e televisão que se encontravam sob ameaça de não renovação.

O requerimento apresentado pelos senadores baseou-se em uma suposta brecha no Artigo 54, que permite interpretações ambíguas quanto à relação entre os parlamentares e as concessões de emissoras de rádio e TV. O parágrafo 2º estabelece que os deputados e senadores não poderão, a partir da posse, “ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada.”

A falta de clareza nesta redação permitiu que durante anos as concessões não fossem vistas como “favor” decorrente do contrato. Os parlamentares continuavam, portanto, sendo concessionários ou acionistas de emissoras e de grupos de mídia, afastando-se tão somente da qualidade de diretor ou gestor das empresas para que não houvesse a configuração de função remunerada.

Na visão do senador autor do parecer, Pedro Simon, mesmo com as imperfeições, fica claro que “as concessões de rádio e televisão gozam de favor do poder público, pois elas são isentas de impostos e de uma série de outras coisas.” Logo, completa o senador, seriam enquadradas na proibição prevista no Artigo 54 da Carta Magna.

Para o senador Eduardo Suplicy, um dos proponentes do requerimento, a interpretação anteriormente dada ao texto constitucional não parecia ser a do espírito da elaboração do Artigo. “Acredito que o espírito desse artigo seja de evitar que sócios, proprietários ou controladores de empresas públicas ou concessionárias possam exercer função no Congresso Nacional. As emissoras de rádio e televisão não são enquadradas nessa definição? Têm essa relação ou não? Acredito que sim. Então, me parece que seria próprio que aqueles que são concessionários não sejam parlamentares”, argumenta Suplicy.

Reação

O requerimento feito há quase três anos entrou na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 1o de abril, sendo apreciado e votado na continuidade da reunião, no dia 07 [veja trajetória do requerimento em artigo do professor Venício Lima ]. Ainda segundo o senador Pedro Simon, esta era uma matéria por vezes presente na pauta da Comissão, mas que terminava nunca sendo votada. A aprovação em reunião esvaziada da CCJ gerou desconforto por parte de alguns parlamentares, como o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA). Ao saber do resultado da aprovação do parecer, segundo publicado pelo jornalista Ilmar Franco (O Globo), Magalhães Júnior foi tomar satisfações com o seu companheiro de partido e presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO).

“O senador ACM Júnior (DEM-BA) deu um ataque ontem com o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), devido à aprovação, na sua ausência, de parecer dizendo que `não é lícito´ parlamentares serem diretores ou controladores de empresas de rádio e televisão. `Como você coloca um projeto desse em votação? Você disse na reunião de líderes que não colocaria nada polêmico´, cobrou ACM Júnior. Irritado, arrematou: `Ele contraria interesses meus, do Tasso [Jereissati], do [José] Sarney, do [José] Agripino e do Wellington Salgado, que é vice-presidente dessa comissão´", contou Franco em sua coluna no O Globo.

Eduardo Suplicy diz não ver problemas na aprovação da proposta com poucos senadores na reunião. “É fato que [o parecer] foi apreciado no momento em que alguns interessados não estavam presentes, mas foi aprovado. Quem quisesse acompanhar, poderia ter visto a matéria entrar em pauta, pois estava tudo sendo transmitido pela TV Senado. Os assessores poderiam tê-los alertado”, afirma o senador. Pedro Simon considera normal que outros senadores tenham divergido do parecer, mas que esta é uma interpretação de um artigo da Constituição que proíbe qualquer parlamentar de usufruir desse tipo de concessão.

Difícil batalha

Aprovado na CCJ, o parecer será agora votado no plenário do Senado. Pedro Simon avalia que a aprovação não será fácil e pode ser ameaçada a depender da capacidade de articulação da bancada dos donos de meios de comunicação. Opeso desta bancada sugere um quadro nada animador para os defensores da medida. Segundo dados da pesquisa realizada pelo Projor e coordenada por Venício A. Lima (a mesma que deu origem a matéria de O Globo de 2006), 25% dos senadores e 10% dos deputados são concessionários de rádio e TV. Contudo, esse número pode ser muito maior na realidade, pois, muitas concessões de rádio e TV são outorgadas para parentes diretos de parlamentares.

Levantamento do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília (Lapcom) publicado pelo Observatório do Direito à Comunicação mostrou que na atual legislatura há 14 senadores concessionários de radiodifusão apenas na Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) [veja aqui ]. Apesar das poucas chances, Simon deixa claro que o parecer já está em vigor para todos os parlamentares do Congresso Nacional, deputados e senadores, e que a aprovação no plenário da casa pode reafirmar ou derrubar a decisão.

Outras tentativas

No final de 2008, indicação parecida foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados. A Subcomissão de Outorgas de Radiodifusão da CCTCI produziu relatório sobre alterações necessárias nas regras sobre concessão de serviços de rádio e TV.

Um dos itens analisados foi o Artigo 54 da Constituição Federal, para o qual o documento final da Subcomissão propôs uma emenda que seria acrescentada ao Capítulo da Comunicação Social (artigos 220 à 224) com a seguinte redação: “Não poderá ser proprietário, controlador, gerente ou diretor de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens quem esteja investido em cargo público ou no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial.”

Dessa forma, a relação entre parlamentares e outorgas de radiodifusão deixaria de ser disciplinada pela confusa redação do Artigo 54 e teria definição clara e própria. Contudo, mesmo que essa emenda constitucional não seja levada a cabo, até que o parecer dado pelo senador Pedro Simon seja derrubado, a proibição vigora para as duas casas.

Para João Brant, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, uma decisão como essa, ainda que em caráter precário (pois pode ser derrubada no plenário), é importante e chega tarde no Brasil. “Uma democracia não pode prescindir da separação entre poderes. Os meios de comunicação são hoje, de fato, um espaço de exercício de poder. Nessa lógica, nenhum parlamentar poderia gozar do direito de ser concessionário. São comuns exemplos de emissoras usadas para manipular informação e beneficiar determinados grupos políticos, basta ver o último escândalo envolvendo a TV de Sarney no Maranhão”, defende.

Segundo Brant, o Intervozes defende a aprovação imediata do parecer do Senador Pedro Simon em plenário do Senado, bem como da proposta de emenda constitucional feita pelo relatório da Subcomissão de Outorgas da CCTCI da Câmara dos Deputados, aprovado no final de 2008. “Entendemos que a proibição a este tipo de prática deve ser explícita na Constituição e nas demais leis que regulamentam o setor. Deve haver a previsão de penas rigorosas para parlamentares que se mantiverem nessa prática. Não podemos continuar admitindo que no mínimo 10% dos deputados e 25% dos senadores sejam concessionários de meios de comunicação e façam uso político das suas concessões.”



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Deputado que tem medo de viajar de avião!


Crédito: Bruno Galvão, seu Blog



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"não fez nada demais, apenas o que é correto" - enquanto isso no Congresso Nacional ...

Agente da Emlur (João Pessoa - PB) encontra e devolve carteira do radialista Washington Luiz

no WSCOM

O radialista Washington Luiz dedicou nesta segunda-feira, 20, o programa que apresenta todos os dias em rádio local, a dois agentes de limpeza da Autarquia Especial de Limpeza Urbana (Emlur). A homenagem foi um gesto de agradecimento por os dois terem encontrado sua carteira com documentos, cartões de crédito e dinheiro e devolvido.

O agente de limpeza Jeová Barbosa de Melo, 50 anos, morador do Mário Andreazza, em Bayeux, teve um gesto de honestidade e integridade pouco comum nos dias de hoje: devolveu intacta a carteira que encontrou nas proximidades da Avenida Walfredo Leal, no Centro da Capital, enquanto fazia serviço de varrição.

‘Seu’ Jeová, que presta serviço a Emlur há 15 anos, abriu a carteira para verificar se havia algum telefone de contato e tentar entregar o objeto achado. Pediu para que o companheiro de trabalho, o também agente de limpeza Marcelo, ligasse para o número encontrado. Marcelo ligou e descobriu que a carteira era do radialista Washington Luiz, que tem um programa de notícias numa rádio local.

“Dinheiro dos outros para mim não interessa, eu trabalho e ganho com meu suor”, afirmou Seu Jeová que, apesar de estar passando por dificuldades financeiras, não teve dúvidas em entregar a carteira ao verdadeiro dono.

Washington Luiz agradeceu no ar a atitude honesta e dedicou o programa aos dois funcionários da Emlur. “Os dois foram de uma honradez e de uma honestidade dificilmente vistas”, disse. Os agentes de limpeza informaram ao radialista que a recomendação da direção da Emlur é que qualquer objeto encontrado no horário de trabalho seja entregue, quando houver algum tipo de identificação.

Sobre seu gesto, seu Jeová afirmou que não fez nada demais, apenas o que é correto. “Aprendi com meus pais a ter consciência do que é meu, a querer só o que é meu e a ser honesto, pois a honestidade é um bem que ninguém pode tirar de um homem”, disse orgulhoso. Seu Jeová sai todos os dias muito cedo de casa e vai ao trabalho de bicicleta. Ele contou que nesses anos de trabalho já encontrou vários objetos e sempre os devolveu. “Em fevereiro encontrei os documentos de um soldado da PM e fui entregar”, disse Jeová, que se sente bem com essa atitude. “O que não é meu, eu entrego”, enfatizou.



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